terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Ninfeta safada

Olá todos leitores e amantes do sexo, eu me chamo Rafael e tenho 28 anos, a historia que vou contar aconteceu hoje mesmo agora pouco.
Eu estava há 5 meses quase jah na seca pois rompi com minha namorada e não sou de sair muito, resumindo hoje eu estava com um tesão daqueles, eu moro em Blumenau proximo a um ponto onde garotas fazem programa, mas nao frequento esses lugares e esses serviços, acontece que hj eu não aguentei peguei a moto e fui dar uma volta por esse "lugar", como hoje eh domingo estava sem movimento qnd cheguei não vi nenhuma putinha safada, então logo a frente parada em um ponto de onibus avistei uma moreninha muito gostosa e novinha com uns lábios carnudos, shorts jeans curtinhos e camisa ateh discreta nao tao sensual mas o volume dos seios eram hipnotizantes, a menina devia ter uns 19 aninhos, muito bonita na hora meu pau pulsou e falei pra mim mesmo..."e hoje que saio da seca e me acaboo", parei e fui direto ao assuntoo perguntei se tava fazendo pg e ela disse que sim, entao a levei pro motel proximo dali, meu pau latejava de tesão, assim que cheguei perguntei sua idade e me disse que tinha 19, jah fui a loucura ela perguno minha idade na qual mandei adivinhar, onde ela me deu 21 anos e ainda falou que sua irmã iria me adoraar, qndo ela me viu tirando a camisa fez aquela cara de putinha safada. Sou branco mas bronzeado e todo sarado definido com uma pica de 26 cm e sem pelos pois sou muito higienico e cheiroso, fui logo botando a pica pra fora e ela caiu de boca na minha pica toda lisinha pulsando de tesao...eu a algum tempo vinha querendo foder com uma putinha rabuda e ela tinha um traseiro muito lindo e uma xoxotinha toda lisinha e deliciosa, deixei ela mamar a vontade , engolia meu pau e batia com ele na cara, qndo eu estava quase gozando me controlei e botei ela deitada co as pernas arregaçadas e começei a penetra-la devagarinho e ela me pedia para fode-la sem dó que o que mais queria era ser arrombada por um macho sedento como eu,comecei bombar gostoso até sentila toda molhadinha entao mandei ficar de quatro e empinar a bundinha, meti gostoso e forte na buceta gulosa, cuspi no cu e preparei a bordinha com a lingua pra começar a penetra-la, ela nao aguemtava mais e gozou gostoso no meu pau quando susurrei que queria enterrar no cu dela, fiquei meio que em pé e comecei socar de cima pra baixo aquela bunda lisinha e grande, nossa eu to de pau latejando soh de lembrar...comecei a socar no rabo dela devagarinho e bater uma siririca pra ela ao mesmo tempo, ela enlouqueceu e gozou novamente onde tirei meu pau do seu rabinho e comecei a socar na xota pra gozar junto dela...foi maravilhoso, no final depois da transa ela me contou que era uma das suas fantasias, ser traçada sem dó como uma putinha e que na verdade ela não fazia programa estava mesmo é esperando o onibus...bom de qualquer forma eu adorei  e peguei o seu telefone a proxima iremos marcar uma transa em três, depois vai envolver a irmã dela de 21 anos, bem preciso falar que nao vejo a hora de fazer essa putinha gozar de novo, agora quero vela gozar na boca da irmã, nossa q tesãoo...bem por enquanto é isso logo contarei sobre o menage que vai rolar...espero que tenham gostado.


Enviado por: Wesley Alves

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A vizinha

Esta história aconteceu comigo já há alguns anos... Na época eu estava recém separado e ainda me ajustando a esta realidade. Morava sózinho em uma vila de casas, no final de uma rua em declive.
Tinha por costume chegar em casa e abrir todas as janelas, inclusive do quarto do andar de cima, para refrescar a casa que, por ser simples, esquentava muito durante o verão.
Neste dia em questão, depois de um banho, resolvi tomar uma dose de wiskhy e ficar na janela observando a noite chegar. Como estava muito quente não me vesti. Lá fora poucas pessoas passavam e algumas até me cumprimentavam, sem saber e sem ver que eu estava todo nú, uma vez que só viam o meu torso debruçado na janela do andar de cima da casa. Não preciso dizer que isto me excitava um pouco.
Com o calor que fazia, não conseguia ter vontade para fazer nada... Foi assim que fiquei, da janela para a cama e desta para a janela, por algumas horas. Quando já tinha terminado o programa depois da novela das oito - nesta época as novelas tinham um horário diferente do atual - fui mais uma vez olhar a rua e fumar um cigarro.
Neste momento, olhando pela janela vi que, 4 casas acima, do outro lado da rua, alguém estava fazendo e mesma coisa que eu... Vi quando um isqueiro acendeu um cigarro. Curioso, fiquei fumando meu cigarro na janela e observando o outro cigarro queimar contra a escuridão da janela vizinha e da rua, muito mal iluminada.
Decidi então apagar a luz do meu quarto para poder observar sem ser observado. Quando fui apagar a luz tive a idéia de provocar quem estava na outra janela. Pisquei duas vezes a luz antes de apagá-la por completo. Fiquei curioso em saber quem estava fumando e se estava também me observando. Voltei a janela e vi quando a luz da janela vizinha também piscou duas vezes.
Excitado, passei a imaginar milhares de possibilidades. Decidi então acender a minha luz novamente e passear pelo quarto nú, mesmo sem saber o quanto eu era visível da outra janela. Isto me deu muito tesão e me deixou teso, com o pau duro... Pensei comigo - Será que meu pau também esta visível da outra janela quando desfilo pelo quarto? Fiquei imaginando que sim e inventei algumas coisas para fazer passeando nú por todo quarto.
Depois de algum tempo voltei para a janela para fumar mais um cigarro. Acendi o cigarro olhando para a janela vizinha, debruçado na janela. Quando fiz isso, ganhei mais uma piscada de luzes que retribui fazendo a mesma coisa. Alguns cigarros depois e mais de uma hora trocando piscadelas, acabou o meu maço de cigarros. Já era tarde e não havia como sair para comprar sem ser de carro. Decidi me vestir e ir pedir um cigarro a minha janela vizinha. Com tesão e com receio, porque até então não sabia se era um homem ou uma mulher a brincar de pisca pisca comigo.
Para minha sorte era uma vizinha que estava na janela e que nela continuou quando sai de casa e caminhei em sua direção. Embaixo da janela dela a cumprimentei e lhe pedi, um pouco envergonhado, um cigarro.
Para minha surpresa, ao invés de me jogar o cigarro pela janela, ela desceu e veio até a porta me estendendo seu maço cheio. Me disse que pegasse mais de um cigarro, me pedindo desculpas por não me convidar para entrar pois, apesar de estar sozinha, era uma mulher casada.
Em agradecimento ao cigarro oferecido, convidei-a a ir beber comigo e conversar um pouco. Sem me prometer que iria, ela me pediu que esperasse um pouco mais, até perto da meia noite, quando a maioria de nossos vizinhos já estivesse dormindo. Caso a rua estivesse calma ela iria até minha casa. Disse-lhe que deixaria a porta destrancada, para que ela pudesse entrar rapidamente e voltei para casa.
Ansioso, fiquei ainda na janela por um bom tempo esperando por ela... Vi quando ela fechou sua janela e apagou as luzes da sua casa. Depois disso, esperei por cerca de uma interminável meia hora, que me pareceu quase a noite inteira, até que, depois da meia noite a vi caminhando em diração a minha casa. Ela estava com um vestido simples, colado ao corpo, que cobria suas pernas até quase o joelho. Desci correndo para recebê-la.
Ela me pediu que lhe oferecesse o que eu estava bebendo no quarto, o que me despertou muito a curiosidade de saber o que e quanto ela havia visto de sua janela.
Bebemos e conversamos sobre nossas vidas. Ela estava sozinha há mais de dois meses pois seu marido, que era chileno, havia voltado ao Chile para tratar de assuntos familiares. Me disse que estava cansada de ficar sozinha em casa todas as noites e que já havia me visto no quarto outras vezes. Curioso lhe perguntei se, da sua janela, conseguia ver tudo no meu quarto. Com um sorriso malicioso ela me disse que, porque estava em uma casa mais alta, de sua janela podia ver quase meu quarto todo... Então lhe perguntei se ela havia me visto por inteiro... Ela sorriu mais uma vez e me disse que sim... Não resisti e lhe perguntei se havia gostado do que tinha visto... Ela ficou vermelha, tentou disfarçar e acabou por confessar que sim, que era uma visão agradável e provocadora. Tomei então a iniciativa de beijá-la e ela correspondeu.
Tinha um corpo muito gostoso. Era uma mulher de contornos fortes, com seios que eram grandes e que, como todo seu corpo, redondos. Suas pernas eram roliças, sua bunda era grande e carnuda, era insinuante sem ser vulgar e ela era uma mulher madura, que eu estimo, deveria ter por volta de 40 anos. Nos beijamos e começamos a nos acariciar, descobrindo um o corpo do ouro com as mãos. Ela estava sem sutiã e minhas mãos logo descobriram como tocar seus seios por dentro do seu decote.
Nosso tesão crescia a cada toque e logo estavámos nos agarrando e nos tocando de todas as maneiras. Quando tentei tirar o seu vestido ela parou e me disse.... Sou uma mulher casada, não deveria estar aqui, não deveria estar contigo. Abracei-a mais uma vez e lhe disse que ficasse a vontade, que se desejasse ir embora eu lhe entenderia e que se quisesse ficar, poderíamos ir até onde ela se sentisse confortável, que nada iria acontecer caso ela não quisesse isso.
Sem tirar os seus braços do meu corpo ela me confessou estar com muito tesão, estar se sentindo muito carente e sozinha, pois estava sem ninguém há mais de dois meses e ao mesmo tempo cheia de vergonha e receio por estar ali, com um outro homem.
Com calma e carinho lhe confidenciei que nunca ninguém saberia que ela havia ido até minha casa, que ela poderia estar segura de minha discreção e sigilo. E que ninguém a poderia julgar por estar saciando seus desejos, há tanto tempo guardados.
Como que esperando por este comentário e me agradecendo, ela me deu um beijo ardente e delicioso. Pude então tirar sua roupa e beijar seu corpo todo, sentindo na boca e nas minhas mãos a sua pele arrepiada.
Seu corpo reagia demonstrando o quanto ela estava desejando este momento. Ficamos nús, brincando um com o outro por um bom tempo, com o tesão ficando quase incontrolavel. Eu esperei pacientemente que seu gozo viesse enquanto sentia o gosto da sua xoxota molhada na minha língua. Sabe quando o tesão é tão grande que, ao chupar uma mulher deliciosamente parece que estamos trocando um beijo? Era assim... ela se contorcendo de prazer e minha boca sorvendo esse deleite.
Quando ela estava prestes a gozar tirou minha cabeça de suas pernas em um movimento brusco e me pediu para penetrá-la. Como é gostoso quando uma mulher pede para sentir você dentro dela... Com o tesão que eu também estava, decidi prolongar aquele momento. Lentamente fui colocando meu pau dentro dela. Entrava um pouco e saia, como que em uma tortura de prazer, a cada movimento indo um pouco mais fundo e sentindo que estava lhe deixando louca de vontade de sentir tudo. Sentia meu pau latejar e inchar quando entrava dentro dela, toda molhada e receptiva. Quando ela não estava mais resistindo ao prazer, me puxou com força para dentro dela e me pediu que colocasse tudo, que lhe comesse com força e com vontade. Como isso foi bom... Passei então a mexer com força, puxando seu corpo contra o meu ao mesmo tempo que penetrava profundamente naquele delicioso e molhado prazer.
Tentamos prolongar ao máximo aquele momento. Parece que sabíamos que seria um gozo único, de uma única noite. Parece que pressentíamos que nunca mais iríamos nos encontrar. Confesso que foi muito difícil controlar o tesão que eu sentia. Gozamos juntos... Não porque tivessemos querendo que assim fôsse, ou porque combinamos, mas porque o gozo de um fez com que o outro perdesse o controle e gozasse junto, um puxando o tesão do outro.
Ficamos abraçados, em silêncio, por um tempo que não sei precisar. Para mim foi como que um momento de satisfação especial, por um prazer também especial. Para ela, só posso dizer que seu rosto estava sereno, envolvido pela luz que vinha da janela.
Quando a realidade nos trouxe de volta ela rapidamente vestiu sua roupa, se desculpou por estar ali, e me pediu que nunca a procurasse ou cumprimentasse na rua. Me disse que havia sido maravilhoso e que guardaria na memória a loucura que acabara de fazer... Olhou pela janela e saiu rapidamente de minha casa, não sem antes me dar seu maço de cigarros ainda cheio.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Meu dentista é uma delicia

Comecei a fazer um tratamento dentário em uma nova clínica, pois a que eu fazia havia fechado, precisei fazer uma extração, quando fui arrancar o dente conheci um novo dentista, ele era maravilhoso e se chamava Bruno, todas as mulheres que trabalhavam com ele o cobiçavam, eu toda recatada, entrei na sala dele e deitei na cadeira, para que ele arranca-se o meu dente, mas eu estava de vestido e ele ficou olhando para as minhas pernas, fiquei envergonhada, mas nada fiz. Depois disso nunca mais vi o tal dentista.
Um certo dia uma amiga minha me enviou um site de sexo, para eu dar uma olhadinha e eu resolvi fazer um perfil naquele site, no segundo dia eu já tinha mais de 200 amigos e um cara todo fortão me adicionou e pediu o meu msn e como ele aparentava ser bonito, eu resolvi passar o msn pra ele, ele me adicionou e nós começamos a conversar e nos conhecermos, ele falou sobre a vida dele e eu sobre a minha, resolvemos ligar a web cam e quando vi, era ele, o tal dentista que todas queriam, ele me convidou para almoçar com ele no dia seguinte e eu não dei nenhuma resposta, mas logo pensei em aceitar, ele insistiu e eu resolvi aceitar ir almoçar com ele.
Nos encontramos no centro da cidade onde eu moro e de la fomos para um certo shopping para almoçar, nos conhecemos ainda mais, depois de almoçar, quando ele ja estava me levando para casa, ele começou a passar a mão nas minhas coxas e eu um pouco envergonhada olhei pra ele, mas não impedi que ele passa-se  a mão, ele parou o carro e começamos a nos beijar e nos apalpar, nós tinhamos uma química muito boa, a cada beijo o meu corpo fervia de tesão.
Quando dei por mim, já estava na porta do motel, nós entramos e fomos direto para o quarto, eu com um vestido bem curtinho, fui subindo as escadas e ele atras de mim, levantando o meu vestido e mordendo a minha bunda, entramos no quarto nos beijando e fomos logo tirando a roupa e ele começou a me chupar e eu fui deixando e comecei a alisar o corpo dele, todo sarado e molhado de suor, ele pediu que eu fica-se de quatro e eu logo fiquei e ele começou a me chupar e alisar a minha bunda e disse que era tarado por bunda e se eu deixava ele comer a minha, eu logo disse que era virgem, mas ele insistiu e como eu sempre ando com uma pomada anestesica dentro da bolsa, resolvi deixar, ele chupava o meu cú e ai colocando bem devagar, eu estava sentindo dor, quando dele passou a pomada e começou a colocar bem devagar no meu cuzinho ainda virgem, por ele estar anestesiado eu nao sentia dor, ele foi colacando, até que quando eu me dei conta, ja estava com o pau todo dentro do meu cu e eu ardendo de prazer gemia como uma cadela e ele também gemia me chamando de safada, cachorra, eu deitei na cama e ele veio por cima de mim e me penetrou com muita força, mas eu gemia muito, pois estava sentindo muito prazer, ele pediu pra que eu fica-se de quatro de novo, quando ele socou com toda força e nós dois com muito prazer gozamos juntos, isso foi uma loucura.
Ele me deixou em casa e nós marcamos de nos ver novamente e de transar no consultório dele da próxima vez.

sábado, 17 de setembro de 2011

Meu filho, meu prazer


Desde que minha filha casou, moro só com meu filho, Roberto. Ele tem 21 anos, estuda farmácia e trabalha num laboratório. Estou sem marido há sete anos. Nesse interim, só alguns flertes.
Tudo começou com uma suspeita. Achava estranho que Beto, alto, moreno, lindo de morrer nunca trouxe nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado. Restou o computador. Ele me ajudou a abrir meu e-mail e senha. Usei o mesmo critério e bidú! Foi facil descobrir o dele.
Sei que é errado, mas fui ler suas correspondências. Na caixa de entrada, muitos E-mail. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe! E mais, incentivava meu filho a fazer o mesmo!
Outros também falavam sobre desejos pela genitora, de forma vulgar, como se fosse uma coisa banal! Abalada, fui na caixa de mail enviados. Foi estarrecedor! Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que sentia tesão por mim e fantasiava relações sexuais!
Antes não soubesse da verdade! Meu filho me desejava como mulher! Nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça uma insanidade dessa!
Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora. Meu jeito jovial disfarça os quarenta e tantos anos. Não arranjei homem porque não quis. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?
Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei como uma femea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.
Lí e relí todos os mail. Já não sentia a repulsa da primeira leitura. Os textos agora me causavam uma estranha sensação. ¨-Meu Deus, o que está acontecendo comigo?¨ pensei.
Devo falar com Beto? Teria que confessar que lí os mail. Que pelos padrões morais de hoje, isso é errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?
A situação confesso, massageava meu ego. Meu filho, aquele rapaz lindo, lindo, me queria, me desejava. Algumas trechos dos mail martelavam na minha mente: ¨Minha mãe é gostosa demais!¨, ¨Aquela bundona dela me deixou de pau duro¨, ¨Toquei uma punheta hoje, imaginando aquelas coxas grossas¨, ¨Ví ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão¨.
A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar cabelereiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres, sensuais. E quando comprava lingerie nova, sexy e ousadas, ao estreá-las, pedia opinião de Beto.
Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias passando e eu, cada vez mais doida. Os camisolões e pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seios e coxas.
Beto aparentava indiferença, mas, ao ler seus e-mails, envaidecida, percebia ele mais excitado, numa escalada de tesão e desejo. Eu o provocava e estava dando corda! Que loucura, eu também desejava meu filho!
Nossos contatos físicos foram aumentando. A princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.
Foi numa noite fria em que abusei um pouco do vinho. Estavamos assistindo um DVD romantico, deitados sob a coberta. Quando a mão boba do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos enrijecerem na hora. E a onda de prazer chegou na xaninha, causando umidade e contrações.
Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu membro rijo. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama de Beto e peguei no mastro ereto, estufado ao máximo.
Era delicioso o contato daquele pau grosso e quente na palma da mão. Masturbei suavente. A respiração arfante de Beto denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:
- Ahhh, bom. Ahhh, mãe, muito bom. Não aguento, não agueento, ahhhhh, vou goooozaaar!!!
A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete continuou pulsando na minha mão, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos. Corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. Beto veio atrás, com a pica balançando, ainda duro. Me agarrou por trás, acariciando freneticamente seios, coxas e buceta.
Me fez virar de frente, beijando na boca. Resisti cerrando os lábios, mas a boca foi se abrindo e acabamos num beijo de língua, intenso, molhado. Beto pedia para eu dar para ele, implorava para meter em mim. Meu filhinho, louco para me comer e eu lutando para não ceder, com a xoxotinha molhada, pronta para dar!
Para acalmá-lo, acabei fazendo sexo oral. Agachada, abocanhei seu pau ainda com gostinho de porra. Nossa, fazia muito, mas muito tempo que eu não chupava uma rola. Olhei para meu filhinho. De olhos fechados ele gemia. E começou o vai-e-vem com o quadril, fodendo minha boquinha.
Gozou rapidamente. Apertei com a língua e céu da boca aquela vara pulsante, de onde saia muita porra, mais rala e líquida. Suguei tudo, sofregamente, até esvaziar o pau de Beto, só soltando aquela lindeza totalmente mole e limpa, brilhando com a minha saliva.
Me refugiei no banheiro da suite. Tranquei a porta com o coração batendo aceleradamente, caindo em sí pela maluquice perpetrada. ¨Céus, o que que eu fiz? Tá louca mulher?¨ pensava. Mas o tesão continuava. Apoiada na parede, toquei uma siririca até ter um orgasmo arrebatador.
Num conto, a coisa termina por aí. Na vida real é diferente. E tentadora. Sabe o que é estar carente e viver com o homem mais lindo do mundo? E esse rapaz te desejando, de pau duro todo dia? Cortejando, beijando, abraçando, implorando, querendo te possuir! Dá para aguentar?
Acordar, tomar café, banho, jantar, circular semi-nus, ver TV, dormir, sempre excitada, com a pessoinha que se ama ao alcance da mão? Esse era nosso dia a dia. Ah, como é difícil parar no meio dos amassos!
Beto sempre insistindo. Inovando nas táticas. Passou a me chupar, a primeira vez meio à força. Sempre forçando a barra. Por pouco não me comendo na marra.
A nossa luta de todos os dias. Mas eu também atiçava. Passei a depilar a xaninha, deixando ela lisinha e bem visível, inchada e volumosa. Beto chupava a ostrinha com muito mais apetite.
Eu vivia na ilusão de que se ele não metesse na bocetinha, eu não estaria me entregando. Se o pau do meu filhinho, não entrasse no buraco de onde ele saiu, a mesma grutinha por onde o pai dele tinha plantado a semente, não seria transa, nem incesto, não seria devassidão.
Muitos contos narram o fato mas não o depois. Verdade? Ficção? Na vida real, sobra culpa e contrição.
E como amaldiçoei o dia em que cedí pela primeira vez. Perdí a conta das vezes que cobrei uma candidata a nora. De que não havia futuro para nós. E ele sempre retrucando que importante é o dia de hoje.
Se por um lado tinha vergonha, de outro me sentia uma nova mulher. Mais alegre, solta e feliz.
Sugerí ao Beto conhecer uma casa de swing. Além da minha curiosidade, queria que Beto fodesse outra mulher. E foi um desastre. Quem acabou sendo assediada fui eu, o que provocou ciumes no meu filhote.
Na volta, o clima estava pesado. E Beto possesso, transfigurado:
- Pô mãe. O cara tava quase te comendo! Aquele sujeito asqueroso! Não dá pra mim e abre as pernas para o primeiro bosta que aparece!
Beto estava obcecado demais. Argumentei que não ia acontecer nada. Que meu amor era ele. Que discordava, enraivecido.
Discutimos feio. E Beto dizia que já estava cansado de pedir para eu dar. Que me amava e nenhuma outra mulher lhe interessava. Que não comíamos na casa dos outros e ninguém tinha nada a ver com nossa vida.
No anseio de acabar a briga, fiz o que fazia quando Beto era criança, prometendo coisas para o natal ou aniversario:
- Tá bom! No dia do seu aniversário, eu dou prá você!
Pronto, o mal estava feito. Me arrependí na hora. <Bem feito, bocuda!> pensei. E só então me dei conta que seu aniversário estava próximo: dia 31 de janeiro!
Observei meu filho dirigindo. Estava alegre, feliz. Sua mão direita fazia carinhos em minha perna. Tive de chamar sua atenção para o transito. Até cantarolava. Meu querido estava de bem comigo. Só isso importava naquele momento.
Meio de janeiro. Eu com as minhas mudanças. De coroa, quadradona, auto-aposentada para o sexo, cada vez mais liberal. Deslumbrada com coisas desconhecidas, excitantes. Já falava besteira com naturalidade.
No começo morria de vergonha. Parecia que todos sabiam do caso. Sentia como se estivesse escrito na testa <incestuosa>. Com o tempo fui acostumando, ficando mais confiante. Até conseguia abraçar Beto e brincar de namorado, diante de pessoas que sabiam que eramos mãe e filho.
31 de janeiro. Data em que Beto completou 22 anos. Não queria que esse dia viesse nunca. Não. Na verdade estava ansiosa esperando esse dia. Tanto quanto ele. Me lembrava todos os dias do <presente prometido>. Como se eu fosse esquecer!
Nesse dia não seria só sexo oral. Intimamente gostava do ensejo. Uma desculpa para me entregar ao meu amor. Estava no limite da relutância. Não aguentava mais. Queria dar para o meu filho! Queria que ele me comesse gostoso, metesse em mim e enchesse minha boceta de porra, como escrevera em alguns e-mail!
E chegou o bendito dia! Acordei com Beto me beijando na testa. Tentou me beijar na boca ,mas, desviei pois não tinha escovado os dentes. <-Feliz aniversário>, disse dando um abraço apertado. Ele com a mão entre minhas coxas, subindo pelas virilhas, buscando a rachinha.
Já queria seu presente. Disse que só à noite eu daria, tentando protelar. Queria acreditar que não fosse acontecer. Ainda que já estivesse tomando pílulas anti-concepcionais há três dias.
Todavia, a tensão sexual daquele dia era diferente. Mesmo no café da manhã, na despedida quando Beto saiu para o trabalho, não era como sempre. Sentia um calorzinho estranho lá embaixo, a umidade contínua.
As horas não passavam. Liguei a TV. Nada me interessou. Tentei ler uma revista. Lia e não entendia o que estava escrito. Olhei várias vezes para o relógio. Finalmente o entardecer. Tomei outro banho. Me deu uma vontade irresistível de manipular o grelinho. Sem pensar em nada gozei. Mas ainda faltava algo.
Vestí uma calcinha minúscula. Ela entrava no meu rego. Aumentava a aflição. Os biquinhos dos peitos endurecidos até doíam. Desistí do soutien. Joguei apenas uma camisola verde garrafa por cima.
Estava meio aérea. Ora uma femea se preparando para o seu macho. Ora a mulher apaixonada esperando seu amante. Expulsava qualquer pensamento de que era uma mãe, prestes a se entregar para o filho! Sentimentos de adolescente antes da primeira transa, no corpo de uma mulher madura. O coração batia descompassado.
A ansiedade me levou frente ao espelho várias vezes. E via refletido uma morena de estatura mediana, cabelos castanhos, liso escovado a cada espiada. O corpo um tanto cheinho, de pele branca sedosa. Seios medios. O rosto comum, mas atraente, mesmo sem maquiagem. Calçei sandálias de salto alto. Deixaram mais longas, as pernas torneadas.
Ao passar o batom vermelho e mover os lábios espalhando a cor, ví meu sorriso no espelho, ao me imaginar como uma puta se preparando para receber o seu cliente predileto. Nada mais me importava. Só Beto, Beto!
Quando Beto voltou, o recebí com um beijo apaixonado. Nos atracamos como dois esfomeados, desvairados de paixão. Assim grudados, fomos nos livrando das roupas em direção ao nosso ninho. Chegamos alí quase nús, ele de cueca e eu só com a calcinha.
Ele quis ir tomar uma ducha. Não deixei. Queria sentir seu cheirinho delicioso. Enquanto lambia seu peito e barriga, abaixei a última peça. Sentí o aroma de semen seco. Ele tinha se masturbado no trabalho. Fiquei feliz ao constatar que ele tinha tocado umazinha, pensando em mim.
Abocanhei seu pau ereto. Deslizava os lábios pela glande. Parava e lambia as bolas do saco. Chupava suavemente. Desta vez sem masturbá-lo. Não queria que gozasse. Não desta vez. Queria seu esperma em outro lugar. Meu filhinho gemia. Aquilo sempre me deixava louca! Sentia a vagina ensopada. O mel já escorria melecando tudo.
Se quiserem condenar alguém, que seja eu. Nunca tinha deixado ele tirar minha calcinha. Mesmo quando ele me chupava, era de calcinha, toda esticada para o lado da virilha. Quantas vezes lutamos, com Beto tentado arrancar essa minha ultima barreira de proteção.
Mas desta vez, fui eu quem rompeu o limite. Abaixei a peça rebolando e deixei cair nos pés, enquando caíamos na cama. Ele deitado de costas, barriga para cima. Eu de cócoras. Fui me abaixando. Meu buraquinho piscava incontroladamente.
A pontinha da vara encostou na entrada. Foi uma sensação indescritível! Tremí, como se tivesse levado um choque! Eu que já tinha renunciado ao sexo, alí estava, prestes a ser penetrada! E pelo meu filho!
Peguei naquele membro apetitoso e abaixei mais. A cabeçona deslizou meio forçada, esticando os lábios inchados da minha xaninha. Doeu um pouco. Os anos sem uso parecia ter estreitado minha grutinha. Rebolei devagar, recebendo dentro de mim, pouco a pouco, o mastro de Beto. Ele pegou meus quadris e forçou para baixo. Tentava enfiar logo, como se ainda não acreditasse, temendo uma fuga.
Eu reagia. Firmava a pelvis, tentando retardar. Queria prolongar aquela ardência da rola dura, grossa, me invadindo, abrindo caminho dentro de mim. Devia ter entrado bastante. Há quanto tempo não sentia isso!
Parecia um sonho: Eu estava dando a bocetinha para o meu filho! Não, era verdade mesmo. Meu filho estava me comendo, eu, a sua mãe! A mulher que tinha colocado o Beto no mundo!
Em êxtase, começei a subir e descer. Nada mais importava. Eu era apenas uma mulher faminta de sexo, fazendo amor com seu amante. Dando e recebendo prazer!
Beto arfava. E socava de baixo para cima. O orgasmo estava vindo. Começei a rebolar com mais vigor. Ia para frente e para trás. Numa subida mais vigorosa, sua estaca saiu, escapou. Desesperada peguei o fujãozinho e rápidamente, coloquei alí de novo.
Acho que gritei pois o gozo foi forte, intenso. Depois da explosão sentei com tudo e fechei as coxas. Queria prender meu amorzinho, alí em mim. Para nunca mais soltar.
Trocamos de posição. Eu por baixo, toda aberta. Meus fluídos vazando, me melando toda. Entrou fácil desta vez. Segurei as pernas, apoiando as em seus ombos, como um franguinho assado. Beto metia com vontade, com vigor. Enlouquecido, gritava coisas obscenas:
-Ai,gostosa! Ai,uh,uh, que buceta gostosa, mãe! Mexe, mexe, tesão, gostosa! Ah, uh, quentinha! Dá essa buceta mãe, dá! Uh,uh, gostosa! Você é minha, gostosa, só minha! Ah, ah, ah, ah, uh ah! Aperta, aperta meu pau! Uh, mãe, você é gostosa, gostosa demais! Ah, ah!
Por incrível que pareça, aquela verborragia pornográfica me excitou mais ainda. Outro orgasmo estava vindo! Enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro, Beto acelerou as estocadas e ejaculou enquanto me beijava sofregamente. Escutava seus ¨uh, uh, uhhh¨ guturais, do fundo da garganta.
Sentí o jato de semen morno na bocetinha. Já tinha me esquecido dessa sensação. Contraindo os musculos da xoxota, ¨mastiguei¨ aquele pau gostoso, tentando extrair toda porra lá no fundo, para dentro do útero.
Beto relaxou, soltando todo o peso em cima de mim. Enlaçei meu filho, sim, só meu, com as pernas. Apertei prendendo-o, e também com os braços, firmemente.
E assim ficamos parados, exauridos. Eu dizendo: ¨-Te amo, filhinho, te amo! Te amo !¨.
Seu pau já estava meio mole, mas dava para sentí-lo se encolhendo, ainda dentro de mim. Olhei em seus olhos. Já não tinha o olhar esbugalhado de momentos atrás. Talvez fruto de desejo meu, ví neles, muita saciedade e ternura. Desta vez o beijo foi carinhoso, agradecido.
Começei a rascunhar sentada no computador, só de calcinha e um pedaço de papel como absorvente. O leitinho de Beto ainda escorria da xaninha. Tantas foram as vezes. Minha grutinha ardendo, toda esfolada.
Depois disso, não sei o que vai acontecer, vivendo como dois pombinhos. Eu segurando meu cíumes. Sei que um dia, Beto será de outra. Ele é quem não se controla. Não posso nem olhar para outro homem.
Ultimamente ele anda de olho na minha bunda. Beto, quer comer o meu cuzinho virgem. Começou insinuando e agora de forma insistente. Sempre tive curiosidade, mas tenho medo da dor. Ainda mais porque o pau do meu filho é grandinho e grosso. Rsss. Talvez no natal, quem sabe?
Brigamos feio às vezes. Mas somos obrigados a fazer as pazes. Afinal além de namorados, somos mãe e filho. E nos amamos muito!
P.S.- E aconteceu. Publiquei o conto ¨Meu filho meteu atrás e eu gostei¨. Espero que apreciem. Beijos.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O acaso, me deu uma gozada gostosa na obra


Sempre tive vontade de ser possuída por um homem, grosso, sem jeito e principalmente estranho, que na verdade eu não soubesse nem seu nome. E mais, que fosse um pedreiro, um peão, mestre de obras, ou seja, coisas desse tipo. Mas sempre tive medo, por causa da violência que hoje nos encontramos, porque oportunidade pra isso nunca faltou, até porque aqui na minha cidade, diversos prédios estão sendo construídos, e sempre quando passo por eles, recebo diversas cantadas, aí seria mole, é só dar um risinho e pronto, pau duro na hora.
Mas eu queria um negócio diferente, como se fosse um acaso, um tesão e só, para depois nunca mais vê-lo. Nesse dia chovia muito, e eu estava dentro do meu carro, com o transito congestionado e a rua alagando e alagando muito, a ponto de ter que sair do carro.
Nessa hora, subi em uma calçada alta para que meu carro não fosse alagado, parei em frente a um edifício em construção, na frente dos compensados que protegiam o canteiro de obra, tinha uma espécie de guarita, e lá se encontrava um senhor de mais ou menos uns 40 a 45 anos. Ela era um senhor de cor, nada bonito, mas com uma aparência de ser bem forte e conservado, medindo mais ou menos 1,80m, devia pesar seus 85Kg, cabelos curtos e muito educado.
Quando ele percebeu minha dificuldade de visibilidade, em virtude da forte chuva, ele desceu e me ajudou a estacionar. Como eu parei o carro e não saí de dentro, ele veio com um guarda chuva, e perguntou se eu precisava de algo, quando respondi que não, ele me cumprimentou e eu o agradeci, daí ele voltou para dentro da guarite.
Era noite existia e parecia não existir mais ninguém junto dele, e quando dei por mim, lembrei de minha fantasia, ou seja, era o acaso que eu estava esperando.
Ocorre que eu também não poderia sair sozinha, porque usava uma blusinha leve branca, e se molhasse iria aparecer meus peitinhos, que por sinal, na medida certa, e também porque não uso sutiã. Eu usava ainda uma calça jeans bem justa, que desenhava minha calcinha.
Quando então, já possuída pelo desejo do acaso, mas sem dar a entender, pisquei o farol para chamá-lo, e nada, pisquei denovo e nada, nessa hora minha xaninha também piscava. Rsrsr. Até que não agüentei e buzinei, chamando assim mais a sua atenção.
Ele novamente veio até mim, e perguntou se eu havia o chamado, quando respondi que sim, pois estava muito apertada para ir ao banheiro, e se lá existia algum. De imediato ele respondeu que sim, abrindo a porta do carro, me oferecendo a metade de seu guarda chuva. Na hora que levantei, seus olhos não saiam de meu decote, e quando percebi, facilitei sua visão, sem que ele percebesse, a não ser os peitinhos que de imediato deram sinal de alerta ligado, mas não sei se ele se ligou nisso.
Em direção a obra ele se ajeito atrás de mim, mas com todo o respeito, ele não se encostou em mim, mas estava tão perto que eu sentia sua respiração em minha nuca, o que me deixou louca.
Na hora de entrar pelo portão, sem que ele percebesse empinei minha bundinha disfarçadamente, o que causou a primeira roçada. Hummm, adorei. E acho que ele também, pois senti que meu pedreiro, já estava com más intenções. Mas continuei e fingi que nem percebi.
Quando cheguei ao banheiro, observei que não tinha papel higiênico, fui a minha deixa, pois tirei apenas minha calçinha com intuito de usá-La como isca para meu macho, pois não estava com vontade nenhuma de ir ao banheiro, e a joguei na lixeira do banheiro, com o intuito de provocá-lo.
Assim que saí, ele veio com o papel na mão dizendo que estava indo buscar lá dentro e por isso demorou. Eu respondi que não precisava pois já tinha dado um jeito. Curiosamente ele perguntou qual foi o jeito. Quando respondi que usei a calcinha. Ele não acreditou, quando respondi que havia jogado na lixeira do banheiro.
Na hora ele brincou com algumas palavras e seguimos a saída. Mais chovia muito ainda, e ele me ofereceu o guarda chuva, mas que não iria adiantar, ois não poderia sair ainda com o carro.
daí,perguntei se poderia ficar um tempinho alí com ele, sendo aceito na hora. Minutos depois, eu obseervando uma certa ansiedade, e pediu licença e foi ao banheiro, até aí tudo bem, mas demorou bastante, até que fui procurá-lo, quando o peguei com minha xeirando minha calcinha.
Na hora me fiz de sangada, dei uma chamada e o mandei me entregar de volta, já partindo para égar e ele desviou, até que em uma dessas tentativas, eu consegui pergar uma ponta para puxá-la e ele se virou por de trás de mim impedindo que eu pegasse.
Quando então senti aquele mastro viril encoxar em minha bundinha. Adorei. Mas ainda forçando recuperar minha calcinha, e na mesma posição encostada naquele mastro, pedi para ele parar que eu tinha que ir embora, mas não com o mesmo tom de voz e ao mesmo tempo forçando minha bundinha para trás, quando então ele falou no meu ouvido que achava que aquela calçinha não era minha, porque era muito pequena.
Eu na mesma melação disse que era sim, então ele mandou eu provar, que se eu provasse que a calçinha era minha ele soltaria e me deixaria ir. Eu respondi que não tinha que provar nada, pois a calçinha era minha e pronto. De imediato, não sei como, porque aquela mão grande e eu com uma calça muito justa, senti sua mão me invadindo por dentro da calça e chegou na minha xaninha que estava toda encharcada de tanto tesão que eu estava.
Eu tentei brigar mais a reação me entregou, pois sem querer dei uma pequena gemida, mas continuei tentando a sair, sendo todas em vão, e sua mão já massageando no meu ponto fraco. E nesse puxa de um lado e puxa do outro, eu já não tinha reação de defesa, e ele notando aos poucos foi me levando para debaixo da construção, até que me encostou em uma parede e disse. Você é a mulher mais cheirosa e gostosa que esteve tão perto de mim. E eu nada respondia, só pedia para parar, e isso apenas de encenação, pois estava realizando uma de minhas fantasias.
Ele tirou a mão de dentro da minha calça e abriu o zíper, descendo-a até meus pés, e confirmou que eu estava sem calçinha. Nessa hora eu retruquei dizendo que ele havia dito que me deixaria ir, se fosse verdade sobre a calçinha. Como ele estava abaixado atrás de mim e com minhas calças arriadas, ele rapidamente deu uma lambida na minha xaninha que chegou até meu cuzinho, que quase gozei, em uma só e ao mesmo tempo, me soltou e disse: -Pode ir, palavra é palavra.
Não acreditei. Mas tive que me arrumar. Ele me soltou, mas não saiu de trás, então abaixei para puxar a calça, e direcionei minha bundinha em sua direção. E ele não resistiu. Aí, meu deus, quase morri, porque tomei outra linguada que parecia um pau me comendo, só que em vez de sair, eu continuei na mesma posição, e pedindo para parar, porque palavra era palavra.
Ele me respondeu que cumpriu a palavra dele, e que eu tinha oferecido naquela hora minha bucentinha. Daí, não deu outra. Fiquei em pé com as pernas abertas, as mãos na parede e ele me chupando de uma forma que nunca vi, uma delícia, mordia minhas nádegas, metia o nariz no meu reguinho, depois metia a língua, voltava pra minha bucetinha, mordia entre as pernas, só sei que não agüentei e comecei a gozar feito louca, e ele não deixando descer uma gota do meu mel, quando fiquei então paralisada com as pernas tremendo de fraca que fiquei. Ele se levantou ainda com aquele mastro oculto, e começou a falar comigo beijando meu pescoço nas costas, começando a me deixar arrepiada e por conseqüência me fazendo a empinar a bundinha.
E ele dizia, acho que você quer ser fodida né filezinho, Eu nada dizia. E ele disse que pelo o horário iria chegar o supervisor e que não poderia me ver lá, que mataria meu desejo rapidamente. Isso parecedia que ele havia advinhado. Ele então me pegou, com uma facilidade que eu me senti uma bonequinha de porcelana, não mão daquele cara, e pensando em diversas coisas que ele ia fazer comigo, pois não sabia para onde estava me levando, só sabia que era lá pra dentro do prédio em construção, daí me colocou sentada em alguns concretos e aí sim, e me apresentou seu instrumento de trabalho.
Quando olhei, apavorei, e disse que aquilo eu não agüentava. Ele riu e disse que sim, que uma mulher como eu, agüentava qualquer pau. Daí pegou minha mão e levou até seu pau, fazendo o movimento de uma punheta, me pedindo para chupar. Obedeci e caí de boca. Pronto estava realizando meu sonho, Aí comecei chupar que nem uma puta, da mesma forma que eu aprendi vendo os filmes pornôs com meu namorado, e meu pedreiro só me elogiava e me chingava ao mesmo tempo, der repente ele segura minha cabeça, tirando de meu controle a entrada e saída do pau em minha boca, e começa a socar forte indo até lá dentro de minha garganta, até inchar e jorrar leitinho na minha guela, que por sinal adorei e bebi tudo, o que jamais havia feito.
Depois do leitinho ele afrouxou minha cabeça e eu continuei limpando aquele pau todo. Após me levantei completamente possuída pelo desejo, pedi para ser fodida, quando para minha surpresa e corretamente, ele disse que não poderia, pois estávamos sem camisinha. Isso me deixou mais louca ainda por ele. Daí fui ao banheiro me limpei e me arrumei, quando coloquei a calçinha, ele riu e me chamou de putinha e de artista, pois tudo que aconteceu era armação minha. Eu ri e fui pro carro, pois a chuva já havia melhorado. Nisso um cara estava chegando.
Quando entrei no carro, meu pedreiro me chama diz que o supervisor chamou sua atenção e provavelmente iria despedí-lo, porque permitiu minha entrada no canteiro de obra, pedindo então que eu explicasse o motivo, ou seja, de ir ao banheiro, e eu como uma boa menina, fui. Ele ainda disse para aguardar, que ele iria até a fármacia e voltava logo, enquanto eu conversava com o supervisor. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Casal Ardente

Era férias então numa terça por volta de 15:20h… Foi quando estava com ela em um churrasquinho, destes bem legal. Ela usando um vestidinho, ela é extremamente linda, baixinha, morena, corpo lindo… quando usava vestidinho sabia que isso mexia comigo. Como em todo churrasco há bebida… o que ocasiona uma combinação perigosa… casal fogoso + bebida,sexo com muita sacanagem…
Não demorou começamos a nos beijar e dar umas enconchadas e sussurrar sacanagem um no ouvido do outro. Não via outra opção e sugeri irmos a um motel naquela hora. Ela nem titubeou e aceitou na mesma hora, com uma condição, que passássemos em casa para ela se arrumar… Fico louco quando ela se arruma para transar comigo. Rapidamente ela subiu em meu quarto, enquanto eu separava umas cervejas… ela desceu com uma mochilinha. Não quis me dizer o porque, e também num perguntar muito, entramos no carro e fomos. Quando chegamos, nossa, que quarto da hora… Aquele espelhão no teto, a cama redonda, uma hidro grandona esperando pra ser usada… Era demais… Daí a gente foi olhando tudo pra conhecer, abrindo mais uma cerveja. Logo depois ela ligou o som e tava tocando dance… Daí Lúcia, se inclinou olhando o que tinha sobre a mesinha que tinha lá, eu logo cheguei por trás beijando seu pescoço e dizendo que não era isso que ela queria? Agora vai ter… Abracei-a por trás, cheirei seus cabelos, disse que cheirosa, aí ficamos nos agarrando que nem louco, ela estava linda com aquele vestidinho. Comecei a beija-la, beijar, e beijando encostei ela parede e beijei mais ainda… Depois a gente voltou pra perto da mesa e começamos dançar como se estivéssemos em uma boate… Dançando e nos pegando. Eu por trás dela, conforme ela dançava e rebolava eu dançava no meu ritmo encostado com o pau durinho já por dentro da calça… Ela adora fazer isso, sentir ele enquanto rebolava… Até aí tranquilo , foi quando ela me mandou deitar, pegou a mochilinha e foi até o banheiro… disse “não levante da cama que te faço uma surpresa!”  Sem saber o que fazer louco para levantar e pega-la mas curioso com mais uma surpresa que ela estaria armando… Ela chegou com uma saia preta… uma blusinha justinha bem decotada e começou a dançar para mim… dançava se insinuando para mim a ponto de eu começar a morder os lábios…. Eu deitado na cama e ela de costas pra mim e eu vendo ela remexendo, depois virou pra eu ver seu rosto… Eu tava quase explodindo… fui levantar e ouvi um “Não… fica quietinho ai que eu ainda não terminei”. Sem reação e com o pau latejando obedeci.
Ela se virou e começou a dançar de novo, daí ergueu a blusa, depois mais um pouquinho, daí se virou de frente pra mim, e ergueu na altura dos peitos, e tirou a blusa jogando-a em cima de mim, e por incrível que pareça, peguei a blusa com a boca! Eu nem acreditei, mas aquilo foi mais excitante ainda… Daí ela tava com um sutiã de amarrar no pescoço, desamarrou e deixou as tirinhas penduradas e continuava a dançar, hora que ela virou novamente de costas não resisti e puxei-a e a fez sentar no colo dele e dançar em cima do meu pau, mas com roupa ainda… Não só eu, mas ela parecia estar gostando muito daquilo, então eu desabotoei seu sutiã atrás e quando eu ia tirar, ela o segurou e levantou e continuou dançando pra mim e foi puxando o sutiã devagarzinho pra fazer  eu olhar com atenção e até me deixar mordendo a boca de novo… Então tirou e jogou em mim novamente! Daí se virou e dançou soltando o lacinho da saia… ameacei pega-la de novo mas ela escapou e continuou seu strip… em pé dancei um pouco encoxado com ela, segurando seus peitos suculentos antes de ela me por sentado de novo. Enquanto rebolava, ia descendo a saia e deixando parte da bunda a mostra com uma calcinha preta e rebolando enquanto tirava, eu tava enlouquecendo… Então tirou e voltou pra mim… Depois a gente se levantou e ela tirou a minha camiseta e minha calça dele, me deixando só de cueca e alisava meu pau inteiro, por cima da cueca ainda, duro de tanta excitação, eu não tava me agüentando, tirei a cueca e tirei sua calcinha também… Então fomos pra hidro relaxar na água morninha. Enquanto a banheira enchia, eu molhei meu pau na água e ela se pos a me chupar deliciosamente. Depois a gente relaxou na banheira, então pus ela cima do pau dele sentada, deixando meu pau entrar todo na sua bucetinha, ela rebolou no ritmo da música, mexia de varias direções, nossa, nem demorou mais de 1 minuto e gozei e disse: ASSIM VOCÊ ME MATA!
Daí eu fiquei na hidro na outra ponta de frente com ela e ela massageando o pau. Depois chupou ele dentro d’água… e disse “eu ainda quero muito mais” Depois de um tempo lá, tomando cervejinha na banheira e tal, saímos de lá… Enxugamos-nos e fomos pra cama. Aí no que eu deitei, ela veio pro cima de mim me beijando e disse na minha orelha “faltou um chantily…” foi descendo beijando meu corpo até chegar no meu pau novamente… chupou ele até deixa-lo todo melado, desceu até as bolas e me fazia gemer de prazer… chupou tanto ele, que ele delirava e pedia para parar, pois se não gozaria de novo,  e ao mesmo tempo pedia para continuar pois estava delicioso também falava umas besteirinhas enquanto ela chupava, ela gosta de ser chamada de safada, puta, de uns tapas… sempre de uma forma ofensiva mas carinhosa. Quando não agüentava mais  e inverti a situação e passei a chupa-la com gosto… gosto de sentir aquela buceta toda molhada de tesão, passava a língua no clitóris de um jeito que ela se contorcia toda, e gemia de tanto tesão que sentia naquela hora… Daí depois de ver que ela estava mais molhada do que já tava, deitei sobre ela e comecei come-la com vontade. Com os corpos colados nos mexíamos enlouquecidamente… Pedi pra ela fosse para o canto da cama e eu em pé, ela com as pernas abertas e erguidas enquanto eu metia e olhava tudo ao mesmo tempo, era bom demais então fazíamos com cada vez mais força até que coloquei o dedo em seu clitóris e ela rapidamente começou a se contorcer e gozar… sentia sua bucetinha contraindo com meu pau dentro. Quando ela estava voltando a se pedi que viesse por cima de mim… ela veio e rebolava e mexia muito gostoso… eu estava quase para gozar novamente quando ela disse “ de quatro, quero de quarto”. Ela adora esta posição e eu também… comecei a pega-la de quatro dando tapas em sua bunda e chamando-a de safada. Ela novamente gozou, chegando ao segundo orgasmo antes que eu… ela falava besteiras “me come seu gostoso, me fode vai machão”…  ouvir aquilo me deixou doido e quando disse que iria gozar ouvi ela dizendo… “goza em cima de mim, goza…” tirei o pau da sua buceta fiquei em pé e ela ajoelhou chupando minhas bolas e juntando os peitos para eu que gozasse neles… Não deu outra gozei como se estivesse sem gozar a uma semana. Deixei- toda lambuzada… depois com a perna mole… e sem forças adormecemos por alguns minutos…
Acordamos tomamos uma ducha juntos… ela ainda fez questão de me provocar me chupando um pouco no chuveiro… Depois comemos um chocolate e fomos embora…
Foi uma delícia.



História de Wesley Alves

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Anita e seu velho tio tarado

    No dia 15 de novembro de 2007, Anita combinou com a sua amiga Priscila de ir dormir na casa dela, pois moravam em bairros diferentes, ao chegar na casa de Priscila, Anita descobriu que não poderia dormir la, pois todos tinham saído para uma festa e esqueceram de deixar a chave para Anita.
Anita foi até a casa do seu tio e perguntou:
- Tio, posso dormir ai? Porque fui na casa da Priscila e não tinha ninguém em casa.
Respondeu o tio:
- Pode sim Anita! Entra.
Ao entrar o tio de Anita estava com mais dois amigos jogando cartas, Anita os comprimentou e seguiu para o quarto para pegar um toalha para tomar banho e todos ficaram olhando Anita.
Passou por todos e foi até o banheiro tomar seu banho, ao terminar o banho, Anita secou seu corpo, abriu a porta do banheiro e nua foi até a sala, onde em uma mesa eles jogavam cartas, todos surpresos ficaram olhando e Anita disse:
  • Vocês gostam de garotas novinhas né?! Vamos ver se vocês gostam mesmo!
    Anita pegou as mãos de seu tio e colocou nos seus peitos e disse:
  • Vem seu velho tarado, você sempre mexia comigo, agora vamos ver se você é homem!
    Ele envergonhado começou a apalpar os seios dela e ela disse:
  • Coloca a boca e chupa!
Seus amigos ficaram observando, ela virou para eles e falou:
_ E vocês? Vão ficar só olhando?
Anita se deitou nua sobre a mesa, em que eles estavam jogando cartas e disse:
_ Toca em mim! Chupa minha buceta! E você seu velho tarado, me beija!
Anita deitada na mesa, seu tio a beijava e o amigo dele chupava seus peitos e o outro a buceta de Anita e ela gemia e se contorcia e dizia:
_ Aiii, gostam de novinha ? Agora, chupa essa buceta gostosa e esses peitinhos durinhos.
Anita levantou-se e mesa e disse:
_ Seu velho tarado deita no chão, que você vai chupar minha buceta e um deles vai comer meu cuzinho e eu vou chupar o pau do outro.
O tio se deitou no chão, Anita ficou de quatro com a buceta na cara dele e falou para o amigo dele:
_ Soca bem gostoso nesse rabo, enquanto eu chupo a pica dele.
O homem socava bem forte, enquanto, tio de Anita chupava a buceta dela e ela chupava o pau do amigo dele.
Anita ardia de prazer e gemia bem alto, enquanto chupava a pica do homem.
Anita olhou para o amigo do tio e disse:
_ Deita no chão que eu vu sentar na sua pica
Ela sentou em cima do homem, nisso o amigo dele começou a comer o cu dela e ela virou para o seu tio que se masturbava olhando tudo aquilo e disse:
_ Vai ficar só olhando? Vem aqui que eu vou chupar a sua pica, bem gostoso
Os dois homens socavam bem forte em Anita, enquanto ela chupava seu tio, assim os quatro gozaram e Anita levantou-se e foi tomar seu banho e os homens se vestiram e voltaram a jogar cartas.