Esta história aconteceu comigo já há alguns anos... Na época eu
estava recém separado e ainda me ajustando a esta realidade. Morava
sózinho em uma vila de casas, no final de uma rua em declive.
Tinha por costume chegar em casa e abrir todas as janelas, inclusive
do quarto do andar de cima, para refrescar a casa que, por ser simples,
esquentava muito durante o verão.
Neste dia em questão, depois de um banho, resolvi tomar uma dose de
wiskhy e ficar na janela observando a noite chegar. Como estava muito
quente não me vesti. Lá fora poucas pessoas passavam e algumas até me
cumprimentavam, sem saber e sem ver que eu estava todo nú, uma vez que
só viam o meu torso debruçado na janela do andar de cima da casa. Não
preciso dizer que isto me excitava um pouco.
Com o calor que fazia, não conseguia ter vontade para fazer nada...
Foi assim que fiquei, da janela para a cama e desta para a janela, por
algumas horas. Quando já tinha terminado o programa depois da novela
das oito - nesta época as novelas tinham um horário diferente do atual -
fui mais uma vez olhar a rua e fumar um cigarro.
Neste momento, olhando pela janela vi que, 4 casas acima, do outro
lado da rua, alguém estava fazendo e mesma coisa que eu... Vi quando um
isqueiro acendeu um cigarro. Curioso, fiquei fumando meu cigarro na
janela e observando o outro cigarro queimar contra a escuridão da janela
vizinha e da rua, muito mal iluminada.
Decidi então apagar a luz do meu quarto para poder observar sem ser
observado. Quando fui apagar a luz tive a idéia de provocar quem estava
na outra janela. Pisquei duas vezes a luz antes de apagá-la por
completo. Fiquei curioso em saber quem estava fumando e se estava
também me observando. Voltei a janela e vi quando a luz da janela
vizinha também piscou duas vezes.
Excitado, passei a imaginar milhares de possibilidades. Decidi então
acender a minha luz novamente e passear pelo quarto nú, mesmo sem saber
o quanto eu era visível da outra janela. Isto me deu muito tesão e me
deixou teso, com o pau duro... Pensei comigo - Será que meu pau também
esta visível da outra janela quando desfilo pelo quarto? Fiquei
imaginando que sim e inventei algumas coisas para fazer passeando nú por
todo quarto.
Depois de algum tempo voltei para a janela para fumar mais um
cigarro. Acendi o cigarro olhando para a janela vizinha, debruçado na
janela. Quando fiz isso, ganhei mais uma piscada de luzes que retribui
fazendo a mesma coisa. Alguns cigarros depois e mais de uma hora
trocando piscadelas, acabou o meu maço de cigarros. Já era tarde e não
havia como sair para comprar sem ser de carro. Decidi me vestir e ir
pedir um cigarro a minha janela vizinha. Com tesão e com receio, porque
até então não sabia se era um homem ou uma mulher a brincar de pisca
pisca comigo.
Para minha sorte era uma vizinha que estava na janela e que nela
continuou quando sai de casa e caminhei em sua direção. Embaixo da
janela dela a cumprimentei e lhe pedi, um pouco envergonhado, um
cigarro.
Para minha surpresa, ao invés de me jogar o cigarro pela janela, ela
desceu e veio até a porta me estendendo seu maço cheio. Me disse que
pegasse mais de um cigarro, me pedindo desculpas por não me convidar
para entrar pois, apesar de estar sozinha, era uma mulher casada.
Em agradecimento ao cigarro oferecido, convidei-a a ir beber comigo e
conversar um pouco. Sem me prometer que iria, ela me pediu que
esperasse um pouco mais, até perto da meia noite, quando a maioria de
nossos vizinhos já estivesse dormindo. Caso a rua estivesse calma ela
iria até minha casa. Disse-lhe que deixaria a porta destrancada, para
que ela pudesse entrar rapidamente e voltei para casa.
Ansioso, fiquei ainda na janela por um bom tempo esperando por ela...
Vi quando ela fechou sua janela e apagou as luzes da sua casa. Depois
disso, esperei por cerca de uma interminável meia hora, que me pareceu
quase a noite inteira, até que, depois da meia noite a vi caminhando em
diração a minha casa. Ela estava com um vestido simples, colado ao
corpo, que cobria suas pernas até quase o joelho. Desci correndo para
recebê-la.
Ela me pediu que lhe oferecesse o que eu estava bebendo no quarto, o
que me despertou muito a curiosidade de saber o que e quanto ela havia
visto de sua janela.
Bebemos e conversamos sobre nossas vidas. Ela estava sozinha há mais
de dois meses pois seu marido, que era chileno, havia voltado ao Chile
para tratar de assuntos familiares. Me disse que estava cansada de
ficar sozinha em casa todas as noites e que já havia me visto no quarto
outras vezes. Curioso lhe perguntei se, da sua janela, conseguia ver
tudo no meu quarto. Com um sorriso malicioso ela me disse que, porque
estava em uma casa mais alta, de sua janela podia ver quase meu quarto
todo... Então lhe perguntei se ela havia me visto por inteiro... Ela
sorriu mais uma vez e me disse que sim... Não resisti e lhe perguntei
se havia gostado do que tinha visto... Ela ficou vermelha, tentou
disfarçar e acabou por confessar que sim, que era uma visão agradável e
provocadora. Tomei então a iniciativa de beijá-la e ela correspondeu.
Tinha um corpo muito gostoso. Era uma mulher de contornos fortes,
com seios que eram grandes e que, como todo seu corpo, redondos. Suas
pernas eram roliças, sua bunda era grande e carnuda, era insinuante sem
ser vulgar e ela era uma mulher madura, que eu estimo, deveria ter por
volta de 40 anos. Nos beijamos e começamos a nos acariciar, descobrindo
um o corpo do ouro com as mãos. Ela estava sem sutiã e minhas mãos logo
descobriram como tocar seus seios por dentro do seu decote.
Nosso tesão crescia a cada toque e logo estavámos nos agarrando e nos
tocando de todas as maneiras. Quando tentei tirar o seu vestido ela
parou e me disse.... Sou uma mulher casada, não deveria estar aqui, não
deveria estar contigo. Abracei-a mais uma vez e lhe disse que ficasse a
vontade, que se desejasse ir embora eu lhe entenderia e que se quisesse
ficar, poderíamos ir até onde ela se sentisse confortável, que nada
iria acontecer caso ela não quisesse isso.
Sem tirar os seus braços do meu corpo ela me confessou estar com
muito tesão, estar se sentindo muito carente e sozinha, pois estava sem
ninguém há mais de dois meses e ao mesmo tempo cheia de vergonha e
receio por estar ali, com um outro homem.
Com calma e carinho lhe confidenciei que nunca ninguém saberia que
ela havia ido até minha casa, que ela poderia estar segura de minha
discreção e sigilo. E que ninguém a poderia julgar por estar saciando
seus desejos, há tanto tempo guardados.
Como que esperando por este comentário e me agradecendo, ela me deu
um beijo ardente e delicioso. Pude então tirar sua roupa e beijar seu
corpo todo, sentindo na boca e nas minhas mãos a sua pele arrepiada.
Seu corpo reagia demonstrando o quanto ela estava desejando este
momento. Ficamos nús, brincando um com o outro por um bom tempo, com o
tesão ficando quase incontrolavel. Eu esperei pacientemente que seu
gozo viesse enquanto sentia o gosto da sua xoxota molhada na minha
língua. Sabe quando o tesão é tão grande que, ao chupar uma mulher
deliciosamente parece que estamos trocando um beijo? Era assim... ela
se contorcendo de prazer e minha boca sorvendo esse deleite.
Quando ela estava prestes a gozar tirou minha cabeça de suas pernas
em um movimento brusco e me pediu para penetrá-la. Como é gostoso
quando uma mulher pede para sentir você dentro dela... Com o tesão que
eu também estava, decidi prolongar aquele momento. Lentamente fui
colocando meu pau dentro dela. Entrava um pouco e saia, como que em uma
tortura de prazer, a cada movimento indo um pouco mais fundo e sentindo
que estava lhe deixando louca de vontade de sentir tudo. Sentia meu
pau latejar e inchar quando entrava dentro dela, toda molhada e
receptiva. Quando ela não estava mais resistindo ao prazer, me puxou
com força para dentro dela e me pediu que colocasse tudo, que lhe
comesse com força e com vontade. Como isso foi bom... Passei então a
mexer com força, puxando seu corpo contra o meu ao mesmo tempo que
penetrava profundamente naquele delicioso e molhado prazer.
Tentamos prolongar ao máximo aquele momento. Parece que sabíamos que
seria um gozo único, de uma única noite. Parece que pressentíamos que
nunca mais iríamos nos encontrar. Confesso que foi muito difícil
controlar o tesão que eu sentia. Gozamos juntos... Não porque
tivessemos querendo que assim fôsse, ou porque combinamos, mas porque o
gozo de um fez com que o outro perdesse o controle e gozasse junto, um
puxando o tesão do outro.
Ficamos abraçados, em silêncio, por um tempo que não sei precisar.
Para mim foi como que um momento de satisfação especial, por um prazer
também especial. Para ela, só posso dizer que seu rosto estava sereno,
envolvido pela luz que vinha da janela.
Quando a realidade nos trouxe de volta ela rapidamente vestiu sua
roupa, se desculpou por estar ali, e me pediu que nunca a procurasse ou
cumprimentasse na rua. Me disse que havia sido maravilhoso e que
guardaria na memória a loucura que acabara de fazer... Olhou pela
janela e saiu rapidamente de minha casa, não sem antes me dar seu maço
de cigarros ainda cheio.

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