sábado, 17 de setembro de 2011

Meu filho, meu prazer


Desde que minha filha casou, moro só com meu filho, Roberto. Ele tem 21 anos, estuda farmácia e trabalha num laboratório. Estou sem marido há sete anos. Nesse interim, só alguns flertes.
Tudo começou com uma suspeita. Achava estranho que Beto, alto, moreno, lindo de morrer nunca trouxe nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado. Restou o computador. Ele me ajudou a abrir meu e-mail e senha. Usei o mesmo critério e bidú! Foi facil descobrir o dele.
Sei que é errado, mas fui ler suas correspondências. Na caixa de entrada, muitos E-mail. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe! E mais, incentivava meu filho a fazer o mesmo!
Outros também falavam sobre desejos pela genitora, de forma vulgar, como se fosse uma coisa banal! Abalada, fui na caixa de mail enviados. Foi estarrecedor! Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que sentia tesão por mim e fantasiava relações sexuais!
Antes não soubesse da verdade! Meu filho me desejava como mulher! Nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça uma insanidade dessa!
Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora. Meu jeito jovial disfarça os quarenta e tantos anos. Não arranjei homem porque não quis. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?
Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei como uma femea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.
Lí e relí todos os mail. Já não sentia a repulsa da primeira leitura. Os textos agora me causavam uma estranha sensação. ¨-Meu Deus, o que está acontecendo comigo?¨ pensei.
Devo falar com Beto? Teria que confessar que lí os mail. Que pelos padrões morais de hoje, isso é errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?
A situação confesso, massageava meu ego. Meu filho, aquele rapaz lindo, lindo, me queria, me desejava. Algumas trechos dos mail martelavam na minha mente: ¨Minha mãe é gostosa demais!¨, ¨Aquela bundona dela me deixou de pau duro¨, ¨Toquei uma punheta hoje, imaginando aquelas coxas grossas¨, ¨Ví ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão¨.
A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar cabelereiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres, sensuais. E quando comprava lingerie nova, sexy e ousadas, ao estreá-las, pedia opinião de Beto.
Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias passando e eu, cada vez mais doida. Os camisolões e pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seios e coxas.
Beto aparentava indiferença, mas, ao ler seus e-mails, envaidecida, percebia ele mais excitado, numa escalada de tesão e desejo. Eu o provocava e estava dando corda! Que loucura, eu também desejava meu filho!
Nossos contatos físicos foram aumentando. A princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.
Foi numa noite fria em que abusei um pouco do vinho. Estavamos assistindo um DVD romantico, deitados sob a coberta. Quando a mão boba do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos enrijecerem na hora. E a onda de prazer chegou na xaninha, causando umidade e contrações.
Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu membro rijo. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama de Beto e peguei no mastro ereto, estufado ao máximo.
Era delicioso o contato daquele pau grosso e quente na palma da mão. Masturbei suavente. A respiração arfante de Beto denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:
- Ahhh, bom. Ahhh, mãe, muito bom. Não aguento, não agueento, ahhhhh, vou goooozaaar!!!
A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete continuou pulsando na minha mão, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos. Corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. Beto veio atrás, com a pica balançando, ainda duro. Me agarrou por trás, acariciando freneticamente seios, coxas e buceta.
Me fez virar de frente, beijando na boca. Resisti cerrando os lábios, mas a boca foi se abrindo e acabamos num beijo de língua, intenso, molhado. Beto pedia para eu dar para ele, implorava para meter em mim. Meu filhinho, louco para me comer e eu lutando para não ceder, com a xoxotinha molhada, pronta para dar!
Para acalmá-lo, acabei fazendo sexo oral. Agachada, abocanhei seu pau ainda com gostinho de porra. Nossa, fazia muito, mas muito tempo que eu não chupava uma rola. Olhei para meu filhinho. De olhos fechados ele gemia. E começou o vai-e-vem com o quadril, fodendo minha boquinha.
Gozou rapidamente. Apertei com a língua e céu da boca aquela vara pulsante, de onde saia muita porra, mais rala e líquida. Suguei tudo, sofregamente, até esvaziar o pau de Beto, só soltando aquela lindeza totalmente mole e limpa, brilhando com a minha saliva.
Me refugiei no banheiro da suite. Tranquei a porta com o coração batendo aceleradamente, caindo em sí pela maluquice perpetrada. ¨Céus, o que que eu fiz? Tá louca mulher?¨ pensava. Mas o tesão continuava. Apoiada na parede, toquei uma siririca até ter um orgasmo arrebatador.
Num conto, a coisa termina por aí. Na vida real é diferente. E tentadora. Sabe o que é estar carente e viver com o homem mais lindo do mundo? E esse rapaz te desejando, de pau duro todo dia? Cortejando, beijando, abraçando, implorando, querendo te possuir! Dá para aguentar?
Acordar, tomar café, banho, jantar, circular semi-nus, ver TV, dormir, sempre excitada, com a pessoinha que se ama ao alcance da mão? Esse era nosso dia a dia. Ah, como é difícil parar no meio dos amassos!
Beto sempre insistindo. Inovando nas táticas. Passou a me chupar, a primeira vez meio à força. Sempre forçando a barra. Por pouco não me comendo na marra.
A nossa luta de todos os dias. Mas eu também atiçava. Passei a depilar a xaninha, deixando ela lisinha e bem visível, inchada e volumosa. Beto chupava a ostrinha com muito mais apetite.
Eu vivia na ilusão de que se ele não metesse na bocetinha, eu não estaria me entregando. Se o pau do meu filhinho, não entrasse no buraco de onde ele saiu, a mesma grutinha por onde o pai dele tinha plantado a semente, não seria transa, nem incesto, não seria devassidão.
Muitos contos narram o fato mas não o depois. Verdade? Ficção? Na vida real, sobra culpa e contrição.
E como amaldiçoei o dia em que cedí pela primeira vez. Perdí a conta das vezes que cobrei uma candidata a nora. De que não havia futuro para nós. E ele sempre retrucando que importante é o dia de hoje.
Se por um lado tinha vergonha, de outro me sentia uma nova mulher. Mais alegre, solta e feliz.
Sugerí ao Beto conhecer uma casa de swing. Além da minha curiosidade, queria que Beto fodesse outra mulher. E foi um desastre. Quem acabou sendo assediada fui eu, o que provocou ciumes no meu filhote.
Na volta, o clima estava pesado. E Beto possesso, transfigurado:
- Pô mãe. O cara tava quase te comendo! Aquele sujeito asqueroso! Não dá pra mim e abre as pernas para o primeiro bosta que aparece!
Beto estava obcecado demais. Argumentei que não ia acontecer nada. Que meu amor era ele. Que discordava, enraivecido.
Discutimos feio. E Beto dizia que já estava cansado de pedir para eu dar. Que me amava e nenhuma outra mulher lhe interessava. Que não comíamos na casa dos outros e ninguém tinha nada a ver com nossa vida.
No anseio de acabar a briga, fiz o que fazia quando Beto era criança, prometendo coisas para o natal ou aniversario:
- Tá bom! No dia do seu aniversário, eu dou prá você!
Pronto, o mal estava feito. Me arrependí na hora. <Bem feito, bocuda!> pensei. E só então me dei conta que seu aniversário estava próximo: dia 31 de janeiro!
Observei meu filho dirigindo. Estava alegre, feliz. Sua mão direita fazia carinhos em minha perna. Tive de chamar sua atenção para o transito. Até cantarolava. Meu querido estava de bem comigo. Só isso importava naquele momento.
Meio de janeiro. Eu com as minhas mudanças. De coroa, quadradona, auto-aposentada para o sexo, cada vez mais liberal. Deslumbrada com coisas desconhecidas, excitantes. Já falava besteira com naturalidade.
No começo morria de vergonha. Parecia que todos sabiam do caso. Sentia como se estivesse escrito na testa <incestuosa>. Com o tempo fui acostumando, ficando mais confiante. Até conseguia abraçar Beto e brincar de namorado, diante de pessoas que sabiam que eramos mãe e filho.
31 de janeiro. Data em que Beto completou 22 anos. Não queria que esse dia viesse nunca. Não. Na verdade estava ansiosa esperando esse dia. Tanto quanto ele. Me lembrava todos os dias do <presente prometido>. Como se eu fosse esquecer!
Nesse dia não seria só sexo oral. Intimamente gostava do ensejo. Uma desculpa para me entregar ao meu amor. Estava no limite da relutância. Não aguentava mais. Queria dar para o meu filho! Queria que ele me comesse gostoso, metesse em mim e enchesse minha boceta de porra, como escrevera em alguns e-mail!
E chegou o bendito dia! Acordei com Beto me beijando na testa. Tentou me beijar na boca ,mas, desviei pois não tinha escovado os dentes. <-Feliz aniversário>, disse dando um abraço apertado. Ele com a mão entre minhas coxas, subindo pelas virilhas, buscando a rachinha.
Já queria seu presente. Disse que só à noite eu daria, tentando protelar. Queria acreditar que não fosse acontecer. Ainda que já estivesse tomando pílulas anti-concepcionais há três dias.
Todavia, a tensão sexual daquele dia era diferente. Mesmo no café da manhã, na despedida quando Beto saiu para o trabalho, não era como sempre. Sentia um calorzinho estranho lá embaixo, a umidade contínua.
As horas não passavam. Liguei a TV. Nada me interessou. Tentei ler uma revista. Lia e não entendia o que estava escrito. Olhei várias vezes para o relógio. Finalmente o entardecer. Tomei outro banho. Me deu uma vontade irresistível de manipular o grelinho. Sem pensar em nada gozei. Mas ainda faltava algo.
Vestí uma calcinha minúscula. Ela entrava no meu rego. Aumentava a aflição. Os biquinhos dos peitos endurecidos até doíam. Desistí do soutien. Joguei apenas uma camisola verde garrafa por cima.
Estava meio aérea. Ora uma femea se preparando para o seu macho. Ora a mulher apaixonada esperando seu amante. Expulsava qualquer pensamento de que era uma mãe, prestes a se entregar para o filho! Sentimentos de adolescente antes da primeira transa, no corpo de uma mulher madura. O coração batia descompassado.
A ansiedade me levou frente ao espelho várias vezes. E via refletido uma morena de estatura mediana, cabelos castanhos, liso escovado a cada espiada. O corpo um tanto cheinho, de pele branca sedosa. Seios medios. O rosto comum, mas atraente, mesmo sem maquiagem. Calçei sandálias de salto alto. Deixaram mais longas, as pernas torneadas.
Ao passar o batom vermelho e mover os lábios espalhando a cor, ví meu sorriso no espelho, ao me imaginar como uma puta se preparando para receber o seu cliente predileto. Nada mais me importava. Só Beto, Beto!
Quando Beto voltou, o recebí com um beijo apaixonado. Nos atracamos como dois esfomeados, desvairados de paixão. Assim grudados, fomos nos livrando das roupas em direção ao nosso ninho. Chegamos alí quase nús, ele de cueca e eu só com a calcinha.
Ele quis ir tomar uma ducha. Não deixei. Queria sentir seu cheirinho delicioso. Enquanto lambia seu peito e barriga, abaixei a última peça. Sentí o aroma de semen seco. Ele tinha se masturbado no trabalho. Fiquei feliz ao constatar que ele tinha tocado umazinha, pensando em mim.
Abocanhei seu pau ereto. Deslizava os lábios pela glande. Parava e lambia as bolas do saco. Chupava suavemente. Desta vez sem masturbá-lo. Não queria que gozasse. Não desta vez. Queria seu esperma em outro lugar. Meu filhinho gemia. Aquilo sempre me deixava louca! Sentia a vagina ensopada. O mel já escorria melecando tudo.
Se quiserem condenar alguém, que seja eu. Nunca tinha deixado ele tirar minha calcinha. Mesmo quando ele me chupava, era de calcinha, toda esticada para o lado da virilha. Quantas vezes lutamos, com Beto tentado arrancar essa minha ultima barreira de proteção.
Mas desta vez, fui eu quem rompeu o limite. Abaixei a peça rebolando e deixei cair nos pés, enquando caíamos na cama. Ele deitado de costas, barriga para cima. Eu de cócoras. Fui me abaixando. Meu buraquinho piscava incontroladamente.
A pontinha da vara encostou na entrada. Foi uma sensação indescritível! Tremí, como se tivesse levado um choque! Eu que já tinha renunciado ao sexo, alí estava, prestes a ser penetrada! E pelo meu filho!
Peguei naquele membro apetitoso e abaixei mais. A cabeçona deslizou meio forçada, esticando os lábios inchados da minha xaninha. Doeu um pouco. Os anos sem uso parecia ter estreitado minha grutinha. Rebolei devagar, recebendo dentro de mim, pouco a pouco, o mastro de Beto. Ele pegou meus quadris e forçou para baixo. Tentava enfiar logo, como se ainda não acreditasse, temendo uma fuga.
Eu reagia. Firmava a pelvis, tentando retardar. Queria prolongar aquela ardência da rola dura, grossa, me invadindo, abrindo caminho dentro de mim. Devia ter entrado bastante. Há quanto tempo não sentia isso!
Parecia um sonho: Eu estava dando a bocetinha para o meu filho! Não, era verdade mesmo. Meu filho estava me comendo, eu, a sua mãe! A mulher que tinha colocado o Beto no mundo!
Em êxtase, começei a subir e descer. Nada mais importava. Eu era apenas uma mulher faminta de sexo, fazendo amor com seu amante. Dando e recebendo prazer!
Beto arfava. E socava de baixo para cima. O orgasmo estava vindo. Começei a rebolar com mais vigor. Ia para frente e para trás. Numa subida mais vigorosa, sua estaca saiu, escapou. Desesperada peguei o fujãozinho e rápidamente, coloquei alí de novo.
Acho que gritei pois o gozo foi forte, intenso. Depois da explosão sentei com tudo e fechei as coxas. Queria prender meu amorzinho, alí em mim. Para nunca mais soltar.
Trocamos de posição. Eu por baixo, toda aberta. Meus fluídos vazando, me melando toda. Entrou fácil desta vez. Segurei as pernas, apoiando as em seus ombos, como um franguinho assado. Beto metia com vontade, com vigor. Enlouquecido, gritava coisas obscenas:
-Ai,gostosa! Ai,uh,uh, que buceta gostosa, mãe! Mexe, mexe, tesão, gostosa! Ah, uh, quentinha! Dá essa buceta mãe, dá! Uh,uh, gostosa! Você é minha, gostosa, só minha! Ah, ah, ah, ah, uh ah! Aperta, aperta meu pau! Uh, mãe, você é gostosa, gostosa demais! Ah, ah!
Por incrível que pareça, aquela verborragia pornográfica me excitou mais ainda. Outro orgasmo estava vindo! Enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro, Beto acelerou as estocadas e ejaculou enquanto me beijava sofregamente. Escutava seus ¨uh, uh, uhhh¨ guturais, do fundo da garganta.
Sentí o jato de semen morno na bocetinha. Já tinha me esquecido dessa sensação. Contraindo os musculos da xoxota, ¨mastiguei¨ aquele pau gostoso, tentando extrair toda porra lá no fundo, para dentro do útero.
Beto relaxou, soltando todo o peso em cima de mim. Enlaçei meu filho, sim, só meu, com as pernas. Apertei prendendo-o, e também com os braços, firmemente.
E assim ficamos parados, exauridos. Eu dizendo: ¨-Te amo, filhinho, te amo! Te amo !¨.
Seu pau já estava meio mole, mas dava para sentí-lo se encolhendo, ainda dentro de mim. Olhei em seus olhos. Já não tinha o olhar esbugalhado de momentos atrás. Talvez fruto de desejo meu, ví neles, muita saciedade e ternura. Desta vez o beijo foi carinhoso, agradecido.
Começei a rascunhar sentada no computador, só de calcinha e um pedaço de papel como absorvente. O leitinho de Beto ainda escorria da xaninha. Tantas foram as vezes. Minha grutinha ardendo, toda esfolada.
Depois disso, não sei o que vai acontecer, vivendo como dois pombinhos. Eu segurando meu cíumes. Sei que um dia, Beto será de outra. Ele é quem não se controla. Não posso nem olhar para outro homem.
Ultimamente ele anda de olho na minha bunda. Beto, quer comer o meu cuzinho virgem. Começou insinuando e agora de forma insistente. Sempre tive curiosidade, mas tenho medo da dor. Ainda mais porque o pau do meu filho é grandinho e grosso. Rsss. Talvez no natal, quem sabe?
Brigamos feio às vezes. Mas somos obrigados a fazer as pazes. Afinal além de namorados, somos mãe e filho. E nos amamos muito!
P.S.- E aconteceu. Publiquei o conto ¨Meu filho meteu atrás e eu gostei¨. Espero que apreciem. Beijos.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O acaso, me deu uma gozada gostosa na obra


Sempre tive vontade de ser possuída por um homem, grosso, sem jeito e principalmente estranho, que na verdade eu não soubesse nem seu nome. E mais, que fosse um pedreiro, um peão, mestre de obras, ou seja, coisas desse tipo. Mas sempre tive medo, por causa da violência que hoje nos encontramos, porque oportunidade pra isso nunca faltou, até porque aqui na minha cidade, diversos prédios estão sendo construídos, e sempre quando passo por eles, recebo diversas cantadas, aí seria mole, é só dar um risinho e pronto, pau duro na hora.
Mas eu queria um negócio diferente, como se fosse um acaso, um tesão e só, para depois nunca mais vê-lo. Nesse dia chovia muito, e eu estava dentro do meu carro, com o transito congestionado e a rua alagando e alagando muito, a ponto de ter que sair do carro.
Nessa hora, subi em uma calçada alta para que meu carro não fosse alagado, parei em frente a um edifício em construção, na frente dos compensados que protegiam o canteiro de obra, tinha uma espécie de guarita, e lá se encontrava um senhor de mais ou menos uns 40 a 45 anos. Ela era um senhor de cor, nada bonito, mas com uma aparência de ser bem forte e conservado, medindo mais ou menos 1,80m, devia pesar seus 85Kg, cabelos curtos e muito educado.
Quando ele percebeu minha dificuldade de visibilidade, em virtude da forte chuva, ele desceu e me ajudou a estacionar. Como eu parei o carro e não saí de dentro, ele veio com um guarda chuva, e perguntou se eu precisava de algo, quando respondi que não, ele me cumprimentou e eu o agradeci, daí ele voltou para dentro da guarite.
Era noite existia e parecia não existir mais ninguém junto dele, e quando dei por mim, lembrei de minha fantasia, ou seja, era o acaso que eu estava esperando.
Ocorre que eu também não poderia sair sozinha, porque usava uma blusinha leve branca, e se molhasse iria aparecer meus peitinhos, que por sinal, na medida certa, e também porque não uso sutiã. Eu usava ainda uma calça jeans bem justa, que desenhava minha calcinha.
Quando então, já possuída pelo desejo do acaso, mas sem dar a entender, pisquei o farol para chamá-lo, e nada, pisquei denovo e nada, nessa hora minha xaninha também piscava. Rsrsr. Até que não agüentei e buzinei, chamando assim mais a sua atenção.
Ele novamente veio até mim, e perguntou se eu havia o chamado, quando respondi que sim, pois estava muito apertada para ir ao banheiro, e se lá existia algum. De imediato ele respondeu que sim, abrindo a porta do carro, me oferecendo a metade de seu guarda chuva. Na hora que levantei, seus olhos não saiam de meu decote, e quando percebi, facilitei sua visão, sem que ele percebesse, a não ser os peitinhos que de imediato deram sinal de alerta ligado, mas não sei se ele se ligou nisso.
Em direção a obra ele se ajeito atrás de mim, mas com todo o respeito, ele não se encostou em mim, mas estava tão perto que eu sentia sua respiração em minha nuca, o que me deixou louca.
Na hora de entrar pelo portão, sem que ele percebesse empinei minha bundinha disfarçadamente, o que causou a primeira roçada. Hummm, adorei. E acho que ele também, pois senti que meu pedreiro, já estava com más intenções. Mas continuei e fingi que nem percebi.
Quando cheguei ao banheiro, observei que não tinha papel higiênico, fui a minha deixa, pois tirei apenas minha calçinha com intuito de usá-La como isca para meu macho, pois não estava com vontade nenhuma de ir ao banheiro, e a joguei na lixeira do banheiro, com o intuito de provocá-lo.
Assim que saí, ele veio com o papel na mão dizendo que estava indo buscar lá dentro e por isso demorou. Eu respondi que não precisava pois já tinha dado um jeito. Curiosamente ele perguntou qual foi o jeito. Quando respondi que usei a calcinha. Ele não acreditou, quando respondi que havia jogado na lixeira do banheiro.
Na hora ele brincou com algumas palavras e seguimos a saída. Mais chovia muito ainda, e ele me ofereceu o guarda chuva, mas que não iria adiantar, ois não poderia sair ainda com o carro.
daí,perguntei se poderia ficar um tempinho alí com ele, sendo aceito na hora. Minutos depois, eu obseervando uma certa ansiedade, e pediu licença e foi ao banheiro, até aí tudo bem, mas demorou bastante, até que fui procurá-lo, quando o peguei com minha xeirando minha calcinha.
Na hora me fiz de sangada, dei uma chamada e o mandei me entregar de volta, já partindo para égar e ele desviou, até que em uma dessas tentativas, eu consegui pergar uma ponta para puxá-la e ele se virou por de trás de mim impedindo que eu pegasse.
Quando então senti aquele mastro viril encoxar em minha bundinha. Adorei. Mas ainda forçando recuperar minha calcinha, e na mesma posição encostada naquele mastro, pedi para ele parar que eu tinha que ir embora, mas não com o mesmo tom de voz e ao mesmo tempo forçando minha bundinha para trás, quando então ele falou no meu ouvido que achava que aquela calçinha não era minha, porque era muito pequena.
Eu na mesma melação disse que era sim, então ele mandou eu provar, que se eu provasse que a calçinha era minha ele soltaria e me deixaria ir. Eu respondi que não tinha que provar nada, pois a calçinha era minha e pronto. De imediato, não sei como, porque aquela mão grande e eu com uma calça muito justa, senti sua mão me invadindo por dentro da calça e chegou na minha xaninha que estava toda encharcada de tanto tesão que eu estava.
Eu tentei brigar mais a reação me entregou, pois sem querer dei uma pequena gemida, mas continuei tentando a sair, sendo todas em vão, e sua mão já massageando no meu ponto fraco. E nesse puxa de um lado e puxa do outro, eu já não tinha reação de defesa, e ele notando aos poucos foi me levando para debaixo da construção, até que me encostou em uma parede e disse. Você é a mulher mais cheirosa e gostosa que esteve tão perto de mim. E eu nada respondia, só pedia para parar, e isso apenas de encenação, pois estava realizando uma de minhas fantasias.
Ele tirou a mão de dentro da minha calça e abriu o zíper, descendo-a até meus pés, e confirmou que eu estava sem calçinha. Nessa hora eu retruquei dizendo que ele havia dito que me deixaria ir, se fosse verdade sobre a calçinha. Como ele estava abaixado atrás de mim e com minhas calças arriadas, ele rapidamente deu uma lambida na minha xaninha que chegou até meu cuzinho, que quase gozei, em uma só e ao mesmo tempo, me soltou e disse: -Pode ir, palavra é palavra.
Não acreditei. Mas tive que me arrumar. Ele me soltou, mas não saiu de trás, então abaixei para puxar a calça, e direcionei minha bundinha em sua direção. E ele não resistiu. Aí, meu deus, quase morri, porque tomei outra linguada que parecia um pau me comendo, só que em vez de sair, eu continuei na mesma posição, e pedindo para parar, porque palavra era palavra.
Ele me respondeu que cumpriu a palavra dele, e que eu tinha oferecido naquela hora minha bucentinha. Daí, não deu outra. Fiquei em pé com as pernas abertas, as mãos na parede e ele me chupando de uma forma que nunca vi, uma delícia, mordia minhas nádegas, metia o nariz no meu reguinho, depois metia a língua, voltava pra minha bucetinha, mordia entre as pernas, só sei que não agüentei e comecei a gozar feito louca, e ele não deixando descer uma gota do meu mel, quando fiquei então paralisada com as pernas tremendo de fraca que fiquei. Ele se levantou ainda com aquele mastro oculto, e começou a falar comigo beijando meu pescoço nas costas, começando a me deixar arrepiada e por conseqüência me fazendo a empinar a bundinha.
E ele dizia, acho que você quer ser fodida né filezinho, Eu nada dizia. E ele disse que pelo o horário iria chegar o supervisor e que não poderia me ver lá, que mataria meu desejo rapidamente. Isso parecedia que ele havia advinhado. Ele então me pegou, com uma facilidade que eu me senti uma bonequinha de porcelana, não mão daquele cara, e pensando em diversas coisas que ele ia fazer comigo, pois não sabia para onde estava me levando, só sabia que era lá pra dentro do prédio em construção, daí me colocou sentada em alguns concretos e aí sim, e me apresentou seu instrumento de trabalho.
Quando olhei, apavorei, e disse que aquilo eu não agüentava. Ele riu e disse que sim, que uma mulher como eu, agüentava qualquer pau. Daí pegou minha mão e levou até seu pau, fazendo o movimento de uma punheta, me pedindo para chupar. Obedeci e caí de boca. Pronto estava realizando meu sonho, Aí comecei chupar que nem uma puta, da mesma forma que eu aprendi vendo os filmes pornôs com meu namorado, e meu pedreiro só me elogiava e me chingava ao mesmo tempo, der repente ele segura minha cabeça, tirando de meu controle a entrada e saída do pau em minha boca, e começa a socar forte indo até lá dentro de minha garganta, até inchar e jorrar leitinho na minha guela, que por sinal adorei e bebi tudo, o que jamais havia feito.
Depois do leitinho ele afrouxou minha cabeça e eu continuei limpando aquele pau todo. Após me levantei completamente possuída pelo desejo, pedi para ser fodida, quando para minha surpresa e corretamente, ele disse que não poderia, pois estávamos sem camisinha. Isso me deixou mais louca ainda por ele. Daí fui ao banheiro me limpei e me arrumei, quando coloquei a calçinha, ele riu e me chamou de putinha e de artista, pois tudo que aconteceu era armação minha. Eu ri e fui pro carro, pois a chuva já havia melhorado. Nisso um cara estava chegando.
Quando entrei no carro, meu pedreiro me chama diz que o supervisor chamou sua atenção e provavelmente iria despedí-lo, porque permitiu minha entrada no canteiro de obra, pedindo então que eu explicasse o motivo, ou seja, de ir ao banheiro, e eu como uma boa menina, fui. Ele ainda disse para aguardar, que ele iria até a fármacia e voltava logo, enquanto eu conversava com o supervisor.