sábado, 17 de setembro de 2011

Meu filho, meu prazer


Desde que minha filha casou, moro só com meu filho, Roberto. Ele tem 21 anos, estuda farmácia e trabalha num laboratório. Estou sem marido há sete anos. Nesse interim, só alguns flertes.
Tudo começou com uma suspeita. Achava estranho que Beto, alto, moreno, lindo de morrer nunca trouxe nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado. Restou o computador. Ele me ajudou a abrir meu e-mail e senha. Usei o mesmo critério e bidú! Foi facil descobrir o dele.
Sei que é errado, mas fui ler suas correspondências. Na caixa de entrada, muitos E-mail. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe! E mais, incentivava meu filho a fazer o mesmo!
Outros também falavam sobre desejos pela genitora, de forma vulgar, como se fosse uma coisa banal! Abalada, fui na caixa de mail enviados. Foi estarrecedor! Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que sentia tesão por mim e fantasiava relações sexuais!
Antes não soubesse da verdade! Meu filho me desejava como mulher! Nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça uma insanidade dessa!
Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora. Meu jeito jovial disfarça os quarenta e tantos anos. Não arranjei homem porque não quis. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?
Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei como uma femea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.
Lí e relí todos os mail. Já não sentia a repulsa da primeira leitura. Os textos agora me causavam uma estranha sensação. ¨-Meu Deus, o que está acontecendo comigo?¨ pensei.
Devo falar com Beto? Teria que confessar que lí os mail. Que pelos padrões morais de hoje, isso é errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?
A situação confesso, massageava meu ego. Meu filho, aquele rapaz lindo, lindo, me queria, me desejava. Algumas trechos dos mail martelavam na minha mente: ¨Minha mãe é gostosa demais!¨, ¨Aquela bundona dela me deixou de pau duro¨, ¨Toquei uma punheta hoje, imaginando aquelas coxas grossas¨, ¨Ví ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão¨.
A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar cabelereiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres, sensuais. E quando comprava lingerie nova, sexy e ousadas, ao estreá-las, pedia opinião de Beto.
Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias passando e eu, cada vez mais doida. Os camisolões e pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seios e coxas.
Beto aparentava indiferença, mas, ao ler seus e-mails, envaidecida, percebia ele mais excitado, numa escalada de tesão e desejo. Eu o provocava e estava dando corda! Que loucura, eu também desejava meu filho!
Nossos contatos físicos foram aumentando. A princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.
Foi numa noite fria em que abusei um pouco do vinho. Estavamos assistindo um DVD romantico, deitados sob a coberta. Quando a mão boba do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos enrijecerem na hora. E a onda de prazer chegou na xaninha, causando umidade e contrações.
Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu membro rijo. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama de Beto e peguei no mastro ereto, estufado ao máximo.
Era delicioso o contato daquele pau grosso e quente na palma da mão. Masturbei suavente. A respiração arfante de Beto denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:
- Ahhh, bom. Ahhh, mãe, muito bom. Não aguento, não agueento, ahhhhh, vou goooozaaar!!!
A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete continuou pulsando na minha mão, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos. Corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. Beto veio atrás, com a pica balançando, ainda duro. Me agarrou por trás, acariciando freneticamente seios, coxas e buceta.
Me fez virar de frente, beijando na boca. Resisti cerrando os lábios, mas a boca foi se abrindo e acabamos num beijo de língua, intenso, molhado. Beto pedia para eu dar para ele, implorava para meter em mim. Meu filhinho, louco para me comer e eu lutando para não ceder, com a xoxotinha molhada, pronta para dar!
Para acalmá-lo, acabei fazendo sexo oral. Agachada, abocanhei seu pau ainda com gostinho de porra. Nossa, fazia muito, mas muito tempo que eu não chupava uma rola. Olhei para meu filhinho. De olhos fechados ele gemia. E começou o vai-e-vem com o quadril, fodendo minha boquinha.
Gozou rapidamente. Apertei com a língua e céu da boca aquela vara pulsante, de onde saia muita porra, mais rala e líquida. Suguei tudo, sofregamente, até esvaziar o pau de Beto, só soltando aquela lindeza totalmente mole e limpa, brilhando com a minha saliva.
Me refugiei no banheiro da suite. Tranquei a porta com o coração batendo aceleradamente, caindo em sí pela maluquice perpetrada. ¨Céus, o que que eu fiz? Tá louca mulher?¨ pensava. Mas o tesão continuava. Apoiada na parede, toquei uma siririca até ter um orgasmo arrebatador.
Num conto, a coisa termina por aí. Na vida real é diferente. E tentadora. Sabe o que é estar carente e viver com o homem mais lindo do mundo? E esse rapaz te desejando, de pau duro todo dia? Cortejando, beijando, abraçando, implorando, querendo te possuir! Dá para aguentar?
Acordar, tomar café, banho, jantar, circular semi-nus, ver TV, dormir, sempre excitada, com a pessoinha que se ama ao alcance da mão? Esse era nosso dia a dia. Ah, como é difícil parar no meio dos amassos!
Beto sempre insistindo. Inovando nas táticas. Passou a me chupar, a primeira vez meio à força. Sempre forçando a barra. Por pouco não me comendo na marra.
A nossa luta de todos os dias. Mas eu também atiçava. Passei a depilar a xaninha, deixando ela lisinha e bem visível, inchada e volumosa. Beto chupava a ostrinha com muito mais apetite.
Eu vivia na ilusão de que se ele não metesse na bocetinha, eu não estaria me entregando. Se o pau do meu filhinho, não entrasse no buraco de onde ele saiu, a mesma grutinha por onde o pai dele tinha plantado a semente, não seria transa, nem incesto, não seria devassidão.
Muitos contos narram o fato mas não o depois. Verdade? Ficção? Na vida real, sobra culpa e contrição.
E como amaldiçoei o dia em que cedí pela primeira vez. Perdí a conta das vezes que cobrei uma candidata a nora. De que não havia futuro para nós. E ele sempre retrucando que importante é o dia de hoje.
Se por um lado tinha vergonha, de outro me sentia uma nova mulher. Mais alegre, solta e feliz.
Sugerí ao Beto conhecer uma casa de swing. Além da minha curiosidade, queria que Beto fodesse outra mulher. E foi um desastre. Quem acabou sendo assediada fui eu, o que provocou ciumes no meu filhote.
Na volta, o clima estava pesado. E Beto possesso, transfigurado:
- Pô mãe. O cara tava quase te comendo! Aquele sujeito asqueroso! Não dá pra mim e abre as pernas para o primeiro bosta que aparece!
Beto estava obcecado demais. Argumentei que não ia acontecer nada. Que meu amor era ele. Que discordava, enraivecido.
Discutimos feio. E Beto dizia que já estava cansado de pedir para eu dar. Que me amava e nenhuma outra mulher lhe interessava. Que não comíamos na casa dos outros e ninguém tinha nada a ver com nossa vida.
No anseio de acabar a briga, fiz o que fazia quando Beto era criança, prometendo coisas para o natal ou aniversario:
- Tá bom! No dia do seu aniversário, eu dou prá você!
Pronto, o mal estava feito. Me arrependí na hora. <Bem feito, bocuda!> pensei. E só então me dei conta que seu aniversário estava próximo: dia 31 de janeiro!
Observei meu filho dirigindo. Estava alegre, feliz. Sua mão direita fazia carinhos em minha perna. Tive de chamar sua atenção para o transito. Até cantarolava. Meu querido estava de bem comigo. Só isso importava naquele momento.
Meio de janeiro. Eu com as minhas mudanças. De coroa, quadradona, auto-aposentada para o sexo, cada vez mais liberal. Deslumbrada com coisas desconhecidas, excitantes. Já falava besteira com naturalidade.
No começo morria de vergonha. Parecia que todos sabiam do caso. Sentia como se estivesse escrito na testa <incestuosa>. Com o tempo fui acostumando, ficando mais confiante. Até conseguia abraçar Beto e brincar de namorado, diante de pessoas que sabiam que eramos mãe e filho.
31 de janeiro. Data em que Beto completou 22 anos. Não queria que esse dia viesse nunca. Não. Na verdade estava ansiosa esperando esse dia. Tanto quanto ele. Me lembrava todos os dias do <presente prometido>. Como se eu fosse esquecer!
Nesse dia não seria só sexo oral. Intimamente gostava do ensejo. Uma desculpa para me entregar ao meu amor. Estava no limite da relutância. Não aguentava mais. Queria dar para o meu filho! Queria que ele me comesse gostoso, metesse em mim e enchesse minha boceta de porra, como escrevera em alguns e-mail!
E chegou o bendito dia! Acordei com Beto me beijando na testa. Tentou me beijar na boca ,mas, desviei pois não tinha escovado os dentes. <-Feliz aniversário>, disse dando um abraço apertado. Ele com a mão entre minhas coxas, subindo pelas virilhas, buscando a rachinha.
Já queria seu presente. Disse que só à noite eu daria, tentando protelar. Queria acreditar que não fosse acontecer. Ainda que já estivesse tomando pílulas anti-concepcionais há três dias.
Todavia, a tensão sexual daquele dia era diferente. Mesmo no café da manhã, na despedida quando Beto saiu para o trabalho, não era como sempre. Sentia um calorzinho estranho lá embaixo, a umidade contínua.
As horas não passavam. Liguei a TV. Nada me interessou. Tentei ler uma revista. Lia e não entendia o que estava escrito. Olhei várias vezes para o relógio. Finalmente o entardecer. Tomei outro banho. Me deu uma vontade irresistível de manipular o grelinho. Sem pensar em nada gozei. Mas ainda faltava algo.
Vestí uma calcinha minúscula. Ela entrava no meu rego. Aumentava a aflição. Os biquinhos dos peitos endurecidos até doíam. Desistí do soutien. Joguei apenas uma camisola verde garrafa por cima.
Estava meio aérea. Ora uma femea se preparando para o seu macho. Ora a mulher apaixonada esperando seu amante. Expulsava qualquer pensamento de que era uma mãe, prestes a se entregar para o filho! Sentimentos de adolescente antes da primeira transa, no corpo de uma mulher madura. O coração batia descompassado.
A ansiedade me levou frente ao espelho várias vezes. E via refletido uma morena de estatura mediana, cabelos castanhos, liso escovado a cada espiada. O corpo um tanto cheinho, de pele branca sedosa. Seios medios. O rosto comum, mas atraente, mesmo sem maquiagem. Calçei sandálias de salto alto. Deixaram mais longas, as pernas torneadas.
Ao passar o batom vermelho e mover os lábios espalhando a cor, ví meu sorriso no espelho, ao me imaginar como uma puta se preparando para receber o seu cliente predileto. Nada mais me importava. Só Beto, Beto!
Quando Beto voltou, o recebí com um beijo apaixonado. Nos atracamos como dois esfomeados, desvairados de paixão. Assim grudados, fomos nos livrando das roupas em direção ao nosso ninho. Chegamos alí quase nús, ele de cueca e eu só com a calcinha.
Ele quis ir tomar uma ducha. Não deixei. Queria sentir seu cheirinho delicioso. Enquanto lambia seu peito e barriga, abaixei a última peça. Sentí o aroma de semen seco. Ele tinha se masturbado no trabalho. Fiquei feliz ao constatar que ele tinha tocado umazinha, pensando em mim.
Abocanhei seu pau ereto. Deslizava os lábios pela glande. Parava e lambia as bolas do saco. Chupava suavemente. Desta vez sem masturbá-lo. Não queria que gozasse. Não desta vez. Queria seu esperma em outro lugar. Meu filhinho gemia. Aquilo sempre me deixava louca! Sentia a vagina ensopada. O mel já escorria melecando tudo.
Se quiserem condenar alguém, que seja eu. Nunca tinha deixado ele tirar minha calcinha. Mesmo quando ele me chupava, era de calcinha, toda esticada para o lado da virilha. Quantas vezes lutamos, com Beto tentado arrancar essa minha ultima barreira de proteção.
Mas desta vez, fui eu quem rompeu o limite. Abaixei a peça rebolando e deixei cair nos pés, enquando caíamos na cama. Ele deitado de costas, barriga para cima. Eu de cócoras. Fui me abaixando. Meu buraquinho piscava incontroladamente.
A pontinha da vara encostou na entrada. Foi uma sensação indescritível! Tremí, como se tivesse levado um choque! Eu que já tinha renunciado ao sexo, alí estava, prestes a ser penetrada! E pelo meu filho!
Peguei naquele membro apetitoso e abaixei mais. A cabeçona deslizou meio forçada, esticando os lábios inchados da minha xaninha. Doeu um pouco. Os anos sem uso parecia ter estreitado minha grutinha. Rebolei devagar, recebendo dentro de mim, pouco a pouco, o mastro de Beto. Ele pegou meus quadris e forçou para baixo. Tentava enfiar logo, como se ainda não acreditasse, temendo uma fuga.
Eu reagia. Firmava a pelvis, tentando retardar. Queria prolongar aquela ardência da rola dura, grossa, me invadindo, abrindo caminho dentro de mim. Devia ter entrado bastante. Há quanto tempo não sentia isso!
Parecia um sonho: Eu estava dando a bocetinha para o meu filho! Não, era verdade mesmo. Meu filho estava me comendo, eu, a sua mãe! A mulher que tinha colocado o Beto no mundo!
Em êxtase, começei a subir e descer. Nada mais importava. Eu era apenas uma mulher faminta de sexo, fazendo amor com seu amante. Dando e recebendo prazer!
Beto arfava. E socava de baixo para cima. O orgasmo estava vindo. Começei a rebolar com mais vigor. Ia para frente e para trás. Numa subida mais vigorosa, sua estaca saiu, escapou. Desesperada peguei o fujãozinho e rápidamente, coloquei alí de novo.
Acho que gritei pois o gozo foi forte, intenso. Depois da explosão sentei com tudo e fechei as coxas. Queria prender meu amorzinho, alí em mim. Para nunca mais soltar.
Trocamos de posição. Eu por baixo, toda aberta. Meus fluídos vazando, me melando toda. Entrou fácil desta vez. Segurei as pernas, apoiando as em seus ombos, como um franguinho assado. Beto metia com vontade, com vigor. Enlouquecido, gritava coisas obscenas:
-Ai,gostosa! Ai,uh,uh, que buceta gostosa, mãe! Mexe, mexe, tesão, gostosa! Ah, uh, quentinha! Dá essa buceta mãe, dá! Uh,uh, gostosa! Você é minha, gostosa, só minha! Ah, ah, ah, ah, uh ah! Aperta, aperta meu pau! Uh, mãe, você é gostosa, gostosa demais! Ah, ah!
Por incrível que pareça, aquela verborragia pornográfica me excitou mais ainda. Outro orgasmo estava vindo! Enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro, Beto acelerou as estocadas e ejaculou enquanto me beijava sofregamente. Escutava seus ¨uh, uh, uhhh¨ guturais, do fundo da garganta.
Sentí o jato de semen morno na bocetinha. Já tinha me esquecido dessa sensação. Contraindo os musculos da xoxota, ¨mastiguei¨ aquele pau gostoso, tentando extrair toda porra lá no fundo, para dentro do útero.
Beto relaxou, soltando todo o peso em cima de mim. Enlaçei meu filho, sim, só meu, com as pernas. Apertei prendendo-o, e também com os braços, firmemente.
E assim ficamos parados, exauridos. Eu dizendo: ¨-Te amo, filhinho, te amo! Te amo !¨.
Seu pau já estava meio mole, mas dava para sentí-lo se encolhendo, ainda dentro de mim. Olhei em seus olhos. Já não tinha o olhar esbugalhado de momentos atrás. Talvez fruto de desejo meu, ví neles, muita saciedade e ternura. Desta vez o beijo foi carinhoso, agradecido.
Começei a rascunhar sentada no computador, só de calcinha e um pedaço de papel como absorvente. O leitinho de Beto ainda escorria da xaninha. Tantas foram as vezes. Minha grutinha ardendo, toda esfolada.
Depois disso, não sei o que vai acontecer, vivendo como dois pombinhos. Eu segurando meu cíumes. Sei que um dia, Beto será de outra. Ele é quem não se controla. Não posso nem olhar para outro homem.
Ultimamente ele anda de olho na minha bunda. Beto, quer comer o meu cuzinho virgem. Começou insinuando e agora de forma insistente. Sempre tive curiosidade, mas tenho medo da dor. Ainda mais porque o pau do meu filho é grandinho e grosso. Rsss. Talvez no natal, quem sabe?
Brigamos feio às vezes. Mas somos obrigados a fazer as pazes. Afinal além de namorados, somos mãe e filho. E nos amamos muito!
P.S.- E aconteceu. Publiquei o conto ¨Meu filho meteu atrás e eu gostei¨. Espero que apreciem. Beijos.

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